Brexit e ausência na Champions ajudam dívida do United chegar a R$ 1,4 bi

Do UOL, em São Paulo

  • Reuters / Phil Noble

A bagunça causada na cotação da libra pelo voto favorável ao Brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia, resultou em um aumento de 18% da dívida do Manchester United. O clube inglês divulgou nesta quinta-feira (17) o relatório do primeiro trimestre do seu ano fiscal, que trouxe resultados negativos em sua maioria.

A dívida do United aumentou para R$ 1,4 bilhão (338 milhões de libras), segundo o jornal "Daily Mail", por conta da desvalorização da libra em relação ao dólar.

Outras formas de arrecadação do clube caíram, sendo a mais expressiva delas o dinheiro ganho com a venda de ingressos. Fora da Liga dos Campeões e com um número menor de jogos no período até 30 de setembro, data limite dos dados computados, a renda com jogos caiu 32,3% em relação à temporada anterior, totalizando R$ 71 milhões (16,8 milhões de libras).

A arrecadação com patrocínios caiu em R$ 8 milhões, mas fora isso os demais índices subiram. Vendas de produtos do clube subiram 4,4% e atingiram R$ 316 milhões, enquanto o novo acordo bilionário dos direitos de televisão do futebol inglês começou a render frutos, resultando em aumento de 5,4% no período e totalizando R$ 124 milhões.

"Enquanto nossos resultados financeiros do trimestre refletem o impacto da nossa não participação na Liga dos Campeões, estamos satisfeitos que continuamos em curso para entregar uma receita recorde no próximo ano", comemorou o vice-presidente Ed Woodard.

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