Salários atrasados e impeachment não afetam elenco corintiano, diz Marlone

Dassler Marques

Do UOL, em São Paulo

  • Mauro Horita/AGIF

A vitória sobre o Internacional na segunda-feira reaproximou o Corinthians da disputa por uma vaga na Copa Libertadores, mas o clube em si vive momento delicado. Elementos externos como os atrasos salariais do elenco e o pedido de impeachment do presidente Roberto de Andrade, protocolado na manhã desta terça-feira no Conselho Deliberativo, não influenciam. É o que afirma o meia Marlone. 

Embora o Corinthians tenha dito que os salários estariam em dia nesta terça, os jogadores ainda não receberam vencimentos relativos a outubro. O pagamento deve ser feito até quinta. 

"Eu nem olhei (a conta). Ontem foi dia tão aéreo que vieram familiares ver o jogo e depois fomos jantar. Não se dorme fácil depois de um dia desses. Mas já está se resolvendo. O Corinthians é um clube que sempre teve uma boa imagem de salários em dia. Quando eu abrir a conta, já deve estar lá, as coisas vão se resolver", declarou Marlone. 

"Isso (impeachment) não afeta muito a gente. Não é algo que cabe muito a nós jogadores. Isso fica para os conselheiros, para a política do clube e estamos com o foco em se classificar. Nossa parte é nas quatro linhas. É brigar, ser profissional, e cabe mais a eles resolver. Esse jogo com o Inter nos deu ânimo e o foco realmente está nessa decisão com o Atlético-PR (sábado)", acrescentou. 
 
Marlone, por sinal, destacou que efeito pode ter para o clube terminar o Brasileiro entre os seis primeiros. Por ora, a equipe é sétima. "Uma classificação muda muitas coisas. O Corinthians sempre briga em cima, por Libertadores, e uma vitória dá confiança ao torcedor, ao grupo, abre a possibilidade de Libertadores", frisou. 

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