Ministério Público da Bolívia acusa dois por tragédia da Chape, diz TV

Do UOL, em São Paulo

  • Felipe Pereira

    Colombianos colocaram cruz, flores e velas junto aos destroços do avião da Chapecoense

    Colombianos colocaram cruz, flores e velas junto aos destroços do avião da Chapecoense

O Ministério Público da Bolívia acusou duas pessoas pela queda do avião da Chapecoense: a funcionária do órgão nacional de aviação (Aasana) Celia Castedo Monasterio, e o sócio da Lamia Marco Antonio Rocha. As informações foram veiculadas pelo Jornal Nacional.

Ele vai responder por delito de desastre em meio de transporte, homicídio culposo (sem intenção de matar) e lesão corporal grave.  A funcionária da Aasana foi acusada de negligência. Celia percebeu que o combustível colocado na aeronave estava no limite da autonomia para a viagem de Santa Cruz de la Sierra a Medellín e ainda assim não agiu.

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