Advogado tenta fiança para meia do Atlético-PR preso na Argentina

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL Esporte, em Curitiba

  • Reprodução/Facebook

    Luciano (ao fundo) e seu pai Juan Oscar em jantar com amigos no dia do crime

    Luciano (ao fundo) e seu pai Juan Oscar em jantar com amigos no dia do crime

O meia argentino naturalizado chileno Luciano Cabral, que defendeu o Atlético Paranaense no Brasileirão 2016, não quis prestar testemunho sobre o assassinato do qual é acusado de participar na Argentina, e passará o final de semana detido pela polícia argentina. Além dele, o pai de Cabral e outras três pessoas, incluindo um menor de 18 anos, estão detidos pela Justiça Argentina para investigação da morte de Joan Villegas, 27 anos, agredido na cabeça com pedras no dia 1 deste ano. Todos são acusados de participarem do crime, de acordo com informações do jornalista Roberto Berdugo, diretor do jornal Dia Del Sur, de Mendoza.

O advogado de Cabral, Gustavo Nedic, irá pedir fiança para liberar o jogador e tentar fazer com que ele responda o processo em liberdade. O Atlético se reapresenta às atividades no próximo dia 11, quarta-feira, e a expectativa de Cabral é conseguir estar presente para não perder o contrato com o clube brasileiro, ao qual está emprestado pelo Argentinos Juniors até o meio de 2017. A fiança, porém, só poderá ser obtida na segunda, dia 9. O juiz Ignácio Olmedo é o responsável pelo caso. Ainda na segunda, ele decidirá se concede liberdade para responder o processo ou se encaminhará Cabral definitivamente à prisão. O Atlético não enviou apoio jurídico à Argentina por entender que "é um problema de foro pessoal".

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