Atlético-PR estuda rescisão de contrato com meia Luciano Cabral

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL, em Curitiba (PR)

  • Marco Oliveira/Site Oficial

    Luciano Cabral é acusado de participar de assassinado na Argentina

    Luciano Cabral é acusado de participar de assassinado na Argentina

Outrora paciente, o Atlético Paranaense já estuda como pode fazer para rescindir o contrato do meia Luciano Cabral, preso na Argentina acusado de participar de um assassinato na virada do ano.

O meia, que pertence ao Argentinos Juniors e está emprestado ao Furacão até julho deste ano, havia pedido liberdade provisória para se juntar ao elenco e responder ao processo em liberdade, mas a Justiça argentina não só negou o pedido como o transferiu para o Presídio San Rafael, na região de Mendoza.

"A gente estava esperando que ele conseguisse a liberdade condicional, mas com essa situação fica difícil. O jurídico é quem vai ver", disse o presidente Luiz Sallim Emed.

Cabral, seu pai e outros três rapazes menores de idade foram detidos para investigação. Depois de um período de 15 dias dormindo na delegacia, ele acabou sendo levado ao presídio sob a alegação de "perigo de fuga" – no caso, a viagem ao Brasil.

Nos próximos 10 dias, a Justiça argentina deverá decidir qual encaminhamento dará ao jogador e aos demais detidos. Cabral pode ser acusado formalmente de homicídio e pode, nas palavras do juiz Sérgio Gonzales ao canal TVCOA, "pegar uma pena de 27 anos de prisão".

Procurado pela reportagem, o advogado de Luciano Cabral, Gustavo Nedic, disse por intermédio de terceiros que "acredita na inocência de seu cliente".

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