Contra o Cascavel, Coritiba encara time criado por seu novo gestor Belletti

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL, em Curitiba

"Começamos bem."

Foi uma das raras declarações públicas de Juliano Belletti como diretor de relações internacionais do Coritiba. Não se sabe ainda se é o sim esperado por Ronaldinho, pois lá se vão 11 dias da manifestação e o assunto esfriou estrategicamente no Alto da Glória. Mas no duelo desta quarta-feira, às 20h (horário de Brasília) no Estádio Olímpico Regional em Cascavel, Belletti irá encarar o clube que criou e que também começou bem já há 11 anos, mas não decolou como se esperava.

Situado em uma cidade de 320 mil habitantes, o FC Cascavel – inspirado no FC Barcelona, pelo qual Belletti foi campeão da Liga dos Campeões da Europa com direito a gol decisivo – surgiu em 2008 com a ideia de que ocupasse brevemente uma das vagas nacionais do estado do Paraná nos Campeonatos Brasileiros.

O início até foi promissor, conseguindo o acesso da terceira para a segunda divisão estadual em 2009. Mas, nos anos seguintes, o FC Cascavel patinou na competição até se licenciar em 2012. Somente em 2013, sob nova administração, venceu a terceira e a segunda divisões em sequência, chegando à elite. Belletti então já estava atuando como comentarista do SporTV.

No Coritiba, Belletti tem o desafio de melhorar a imagem do clube no exterior, especialmente no setor de vendas de jogadores e novos patrocínios, encurtando a distância das revelações coxas-brancas dos principais clubes europeus. Também está à frente da ideia de trazer Ronaldinho, seu amigo dos tempos de Barça, para tentar angariar mais sócios e patrocínios ao Coxa. Um profissional de cerca de R$ 150 mil mensais, que irá encarar como rival sua primeira tentativa como gestor em campo, na segunda rodada do Paranaense.

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