G. Jesus ajuda a derrubar "mito" sobre adaptação à Europa; veja mais casos

Do UOL, em São Paulo

Gabriel Jesus tem impressionado torcedores e mídia na Inglaterra em seu começo no City. Não é para menos. Em apenas quatro partidas, o ex-palmeirense marcou três gols, deu duas assistências, e jogou para o banco um astro do time: Sergio Aguero.

O atacante não é o primeiro brasileiro a ter rendimento acima das expectativas ao chegar ao futebol europeu e derrubar o "mito" de que se adaptar a esta mudança de ares é sempre difícil. Veja quem também encantou em debutes na Europa:

Reprodução

Romário – PSV em 1988

O Baixinho vestiu a camisa do PSV pela primeira vez em outubro de 1988 contra o Twente. Seu primeiro gol veio duas rodadas depois. Ele terminaria seu primeiro ano na Holanda com 26 gols em 34 partidas, sendo artilheiro do Campeonato Holandês, com 19 anos. No fim da temporada de 88, Romário ganhou a Copa da Holanda e o Campeonato Holandês. Romário brilhou no PSV nas cinco temporadas em que defendeu o clube, com 165 gols.

AP Photo/Denis Doyle

Ronaldo – PSV em 1994 e Barcelona 1996

Ronaldo deu motivos para ser chamado de Fenômeno. O ex-jogador apresenta marcas impressionantes em seus primeiros anos no PSV e Barcelona. Pelo time holandês, Ronaldo anotou 19 gols em 21 jogos na temporada de estreia.

A missão do então atacante não era nada fácil: substituir Romário, um dos maiores ídolos do PSV. Ronaldo fechou o ano inicial no PSV com 34 gols em 35 jogos.

Pelo Barcelona, Ronaldo começou na temporada 1996/1997. Foram 34 gols em 37 jogos pelo time catalão. Ele ajudou a conquistar a Copa da Espanha.

AFP

Rivaldo – La Coruña em 1996

O meia-esquerda chegou ao La Coruña para preencher a lacuna deixada por Bebeto, ídolo e artilheiro do clube. Rivaldo manteve a excelência e não precisou de tempo para se adaptar. Ele marcou 21 gols em seu primeiro Campeonato Espanhol, em 1996.

Rivaldo encantou a Espanha com seus gols, chamando a atenção do Barcelona, que pagou a multa para leva-lo, em 1997. Depois de um grande ano no La Coruña, Rivaldo seguiu para o clube catalão.

Robert Pratta/Reuters

Juninho Pernambucano – Lyon em 2001

Juninho chegou a Europa sem alarde e para um clube considerado pequeno na França.

O discurso de que é "preciso tempo para se desenvolver no futebol internacional" não se aplicou ao meio-campista. Juninho logo se tornou uma referência no time.

Em seu primeiro ano, ele participou de 29 partidas, que acabou com o inédito título do Campeonato Francês.

O atleta pernambucano viria a conquistar outros seis títulos do torneio francês, se tornando um dos maiores jogadores da história do clube.

Felice Calabro/AP

Kaká – Milan em 2003

Kaká despontava como promessa após boas exibições no São Paulo. A princípio, o meia chegaria ao Milan para compor o elenco. Mas o atleta apresentou enorme desenvoltura e assumiu o comando do sistema ofensivo pouco após se mudar para Milão. Kaká deixou para trás o meia Rui Costa.

O brasileiro fez 10 gols em 30 partidas em seu primeiro Campeonato Italiano, contribuindo para o título do time rossonero.

Kaká fechou o seu primeiro ano no Milan com 14 gols em 45 jogos.

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