Grupo ataca carro que levava ex-atacante Luca Toni e dirigentes na Itália

Do UOL, em São Paulo

  • Dino Panato/Getty Images

    O ex-atacante afirma que os policiais não tentaram impedir o ataque ao carro

    O ex-atacante afirma que os policiais não tentaram impedir o ataque ao carro

O Hellas Verona é segundo colocado na Série B do Campeonato Italiano, mas sua delegação passou sufoco neste sábado, horas antes da derrota por 2 a 0 diante do Avellino. Houve uma agressão ao carro que levava vários dirigentes ao Estádio Partenio, como o ex-jogador Luca Toni, que trabalha para o clube desde sua aposentadoria dos gramados em 2016.

Além do ex-atacante, estavam no veículo Francesco Barressi, diretor executivo, Maurizio Setti, presidente do Verona, e um de seus amigos. Por sorte, só o carro sofreu danos e não há feridos. O clube já emitiu nota oficial condenando a atitude dos agressores e avisando que comunicará as autoridades competentes.

"Foi realmente horrível. O presidente estava usando um cachecol azul, então é possível que tenham nos confundido com torcedores comuns do Verona. Nós fomos cercados por 15 pessoas, que não eram torcedores e não tinham nada a ver com o bom povo de Avellino", explicou Toni ao Sky Italia, alegando que foram atingidos com chutes e até garrafas de cerveja.

De acordo com o italiano, um grupo de policiais situado a cerca de 20 metros do carro presenciou o ataque, mas não o impediu. "Eu tinha pensado que perto deles estaria protegido, mas eles só ficaram parados ali. Graças ao piloto, um amigo meu, pudemos fugir. O futebol deveria ser uma celebração. Isso é vergonhoso", desabafou o ex-atleta, que fez carreira na seleção italiana e em grandes clubes europeus, como Fiorentina, Bayern de Munique, Roma e Juventus.

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