Família de vítima de voo da Chapecoense pede sálarios de 2017 na Justiça

Daniel Fasolin

Colaboração para o UOL, em Chapecó

  • Reinaldo Canato /UOL

    Volante Gil foi uma das vítimas fatais do desastre aéreo da Chape em novembro; jogador tinha contrato com o clube catarinense até o fim de 2017

    Volante Gil foi uma das vítimas fatais do desastre aéreo da Chape em novembro; jogador tinha contrato com o clube catarinense até o fim de 2017

Depois da mais de dois meses da tragédia com o avião da Lamia que levava a delegação da Chapecoense em Medellín, o clube receberá a primeira ação judicial de familiares das vítimas.

Na última semana, os familiares do volante Gil deram entrada em uma ação contra a Chapecoense na Justiça do Trabalho. O juiz Carlos Frederico confirmou a veracidade da ação, mas não ofereceu maiores detalhes do processo.

O UOL Esporte procurou o departamento jurídico da Chapecoense, comandado por Luiz Antônio Pallaoro, para esclarecer sobre a ação postulada. O vice-presidente jurídico explicou que a família de Gil solicita em justiça os valores médios salariais até o final do contrato firmado com a Chapecoense, que iria até dezembro de 2017.

"Nós recebemos a ação, mas não tivemos acesso ao processo. Veremos isso amanhã (segunda-feira) e temos teses muito boas para nos defender dessa ação. Entendo que não há razão para o pedido deles, mas obviamente, em juízo, todos podem postular. Há uma distância muito grande entre ajuizar uma ação e ganhar o que se pretende", argumentou Pallaoro.

Na segunda-feira, a Chapecoense terá acesso ao processo em sua integralidade e terá todos os detalhes da ação.

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