Tchê Tchê apoia comemoração de R. Guedes e diz: time não esperava punição

Do UOL, em São Paulo

  • Cesar Greco/Fotoarena

    Segundo volante, 'atletas esqueceram que poderia ter essa punição' na comemoração

    Segundo volante, 'atletas esqueceram que poderia ter essa punição' na comemoração

O volante Tchê Tchê, do Palmeiras, procurou compreender a punição sofrida pelo atacante Roger Guedes na partida deste domingo, contra o Grêmio Novorizontino.

No jogo em questão, o camisa 23 fez o último gol da vitória por 3 a 1 e comemorou com a torcida no alambrado do Estádio Jorge Ismael di Biasi; entretanto, recebeu o cartão amarelo do árbitro pela atitude, e como já tinha cartão, acabou expulso.

Em entrevista ao canal de TV por assinatura FOX Sports, Tchê Tchê defendeu a comemoração do companheiro. Segundo ele, os jogadores não sabiam que a comemoração no alambrado poderia resultar em uma advertência.

"Acho que o gol é o momento mais importante do atleta. É difícil acabar pensando ali. Muitas vezes, o atleta tem uma reação explosiva. Isso aconteceu com o Guedes. Ele vem se reerguendo, passando por uma fase muito boa nos últimos jogos. Na cabeça dele, ele não esperava que fosse punido com o segundo amarelo", disse o meio-campista.

Tchê Tchê explicou que o goleiro Fernando Prass chegou a conversar com o trio de arbitragem para saber a respeito de uma possível punição caso um jogador tirasse a camisa na comemoração – Yerri Mina e Miguel Borja pretendiam comemorar gols exibindo uma camiseta com uma mensagem de apoio à Colômbia, onde mais de 230 pessoas morreram após um deslizamento de terra na cidade de Mocoa.

"O Prass, se não me engano, perguntou ao árbitro no começo da partida. Foi orientado para que não subisse (a camisa) acima da cabeça", explicou Tchê Tchê. "Todos os atletas esqueceram que poderia ter essa punição", declarou também.

Rebaixamento do Audax

O meio-campista ainda lamentou o rebaixamento do Grêmio Osasco Audax no Campeonato Paulista. Vice-campeão paulista em 2016 pela equipe osasquense, Tchê Tchê citou os amigos que fez no clube e disse torcer pelo acesso do clube na Série A2 do Paulista em 2018.

"A gente fica bastante triste por ter acontecido isso. É um clube pelo qual eu tenho bastante carinho. Ainda tenho companheiros lá que passaram por essa situação difícil neste ano. A gente espera que o clube possa se reerguer", disse, que creditou à passagem pelas categorias de base do Audax (entre 2006 e 2011) a origem de seu apelido.

"Esse apelido foi colocado por um amigo meu da época da base do Audax. Acabou ficando. Não sei muito o porquê, mas foi algo que eu gostei e acabou dando certo", explicou.

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