Em boa fase, Hudson se diz fã de séries e lembra vida de "coringa" em campo

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Washington Alves/Cruzeiro

    Hudson se tornou titular absoluto do Cruzeiro na atual temporada

    Hudson se tornou titular absoluto do Cruzeiro na atual temporada

Mesmo depois da recuperação de Henrique, capitão do Cruzeiro na ausência de Fábio, e a presença de Lucas Silva no elenco, Hudson se mantém entre os titulares de Mano Menezes. Contratado por empréstimo junto ao São Paulo, o jogador chegou à Toca da Raposa II sem muito alarde e ganhou o seu espaço calmamente, como um bom mineiro. Desconhecido por parte da torcida antes de chegar a Belo Horizonte, o meio-campista de 29 anos se apresenta.

O atleta pode ser definido como um apaixonado por séries. Ele troca facilmente festas e reuniões entre amigos por momentos à frente da televisão. A Netiflix, provedora global de filmes e séries de TV via streaming, é a fiel companheira. Fã de Breaking Bad, Prison Break e Suits, todas atrações norte-americanas, Hudson conta ao UOL Esporte o que gosta de fazer nos raros momentos de folga no Cruzeiro: "Nos meus tempos livres gosto muito de ficar em casa, ir a um bom restaurante e até mesmo a um cinema. Meu maior hobby acredito que seja ver filmes e séries", contou.

Tranquilo fora de campo, o jogador sempre demonstrou inquietação dentro dos gramados. Não é à toa que, antes de se tornar meio-campista, passou por outras posições. A decisão sobre a função só foi tomada aos 16 anos.

"Comecei a jogar aos seis anos. Aos oito [anos], já tinha na minha cabeça que era isso que queria para a minha vida. Agora, sobre a posição, já joguei de atacante, meia, zagueiro e lateral... Só no juvenil mesmo que me firmei como volante, porque antes alternava entre zagueiro e volante", comentou.

Natural de Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais, Hudson conta ainda que é o primeiro a se profissionalizar em sua família, mesmo que o pai assegure ter feito mais gols que o Pelé nos campos de várzea.

"Meu pai jogou bola no amador e segundo ele fez mais gols que o Pelé (risos). Brincadeiras à parte, minha família sempre teve esse lado de jogar bola, mas não profissionalmente. Eu fui o primeiro na família que resolvi encarar isso como objetivo na vida desde muito cedo", declarou.
 

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