Galiotte diz que time de Baptista oscilou muito e tem pressa por substituto

Danilo Lavieri

Do UOL, em São Paulo

O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, disse em entrevista coletiva nesta sexta-feira (5) que seu time oscilou muito sob o comando de Eduardo Baptista.

Segundo isso, foi esse o motivo que fez a diretoria optar pela troca de comandante. Assim como já é de praxe, ele não quis comentar quem será o substituto, escondeu até o perfil desejado e disse ter pressa para resolver essa situação.

"O Eduardo iniciou em janeiro conosco, e nós tínhamos um planejamento no decorrer dos meses e não atingimos a evolução esperada e necessária da equipe do Palmeiras. O futebol é dinâmico e nós entendemos que necessita de ajustes para as nossas metas. Essa foi a principal causa da alteração do comando. A falta de evolução da equipe dentro de campo", disse.

"Na nossa avaliação, o time, apesar de ter conquistado os pontos (quase 70% de aproveitamento), oscilou demais. Nós tivemos problema de desempenho dentro de campo. Esse é o entendimento da nossa diretoria, esse é o motivo de a gente fazer a alteração", completou.

Galiotte não quis comentar a chance de Cuca voltar a comandar o Palmeiras após ter sido campeão brasileiro no ano passado e não quis nem falar do perfil do próximo escolhido. 

"O Palmeiras comentará com os senhores quando tivermos algo avançado. O ideal (para a contratação) é que seja o mais rápido possível".

Depois, tratou de dizer que não sabe de nenhum problema deixado por Cuca na Academia de Futebol. "Não sei de nenhum problema administrativo, com diretoria e jogadores. O que sei é que ele saiu em dezembro, como campeão brasileiro e por problemas pessoais. Em novembro, quando eu ainda era candidato, ele veio me falar isso. Ele pedia seis meses com a família". 

Por fim, o presidente alviverde explicou porque mudou de ideia em dez dias. Logo após a eliminação no Paulista diante da Ponte Preta, ele foi à zona mista para afirmar que Eduardo Baptista ficaria até o fim do ano.

"O que foi perguntado era se o Eduardo ia continuar e eu disse que tinha contrato até o final do ano. O que foi decisivo para a gente fazer a alteração no comando técnico é a evolução. Perdemos para a Ponte e não foi aquele jogo especificamente. Mas distanciamos do que foi planejado. O Palmeiras tem grandes objetivos no ano e entendemos que neste momento o time precisa de ajuste", finalizou.

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