Governo boliviano nega recurso e seguradora da Lamia terá que pagar vítimas

Daniel Fasolin

Colaboração para o UOL, de Chapecó (SC)

  • Reprodução

O governo boliviano considerou válida a apólice da Lamia com a seguradora Bisa e afirmou que a empresa terá que indenizar as vítimas do acidente com a delegação da Chapecoense em 2016. O valor a ser dividido entre sobreviventes e familiares dos mortos é de US$ 25 milhões (cerca de R$ 81 milhões).

A Bisa alegava que seu contrato com a Lamia não estava em vigor devido a inadimplência da companhia aérea. A seguradora também alegava que seu contrato com a empresa de aviação não previa voos para a Colômbia, onde ocorreu a tragédia.

A empresa ainda tentou um acordo de US$ 200 mil (aproximadamente R$ 650 mil) com os representantes das vítimas – sem sucesso.

O valor da apólice não será dividido igualmente. Será feito um cálculo levando em consideração a expectativa de vida de cada uma das vítimas – os mais jovens receberão mais que os mais velhos. Os familiares dos envolvidos no acidente acionaram o escritório Podhurst Orseck, com sede em Miami, para cuidar judicialmente do caso.

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