Após reunião, Náutico segue na Arena PE, mas cogita jogar em Olinda

Roberto Oliveira

Colaboração para o UOL, em Recife

  • Buda Mendes/Getty Images

    Náutico não gostou do acordo entre Arena Pernambuco e Santa Cruz

    Náutico não gostou do acordo entre Arena Pernambuco e Santa Cruz

Em reunião com a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Governo de Pernambuco, o Náutico aparou as arestas com a administração estadual em relação à Arena de São Lourenço da Mata, na região metropolitana do Recife, onde continuará mandando suas partidas.

A direção do Timbu havia se irritado com os gestores da Arena PE, que fecharam acordo de cinco jogos com o Santa Cruz com benefícios que vinham sendo negados ao Náutico. O clube, então, divulgou nota oficial em que expressou sua "indignação". Após o encontro realizado nesta quinta-feira (22), porém, diminuiu o tom.

"Houve esse entendimento do Santa com a Arena e nós fomos bem atendidos. O secretário nos proporcionou uma recepção muito gentil, nós conversamos a respeito do que a gente achava que tinha de ser ajustado e ele deixou a gente inteiramente à vontade. Nós temos uma boa relação com a Arena, vamos continuar mandando os jogos lá", afirmou Ivan Brondi, presidente do Náutico, ao UOL Esporte.

"Eles pareceram inclinados a aceitar nossa proposta, nós vamos fazer um relatório do que a gente quer, e ele disse que não tem problema em nada do que a agente quisesse, conversa amigável e boa", acrescentou.

Diante do ruído com a Arena Pernambuco, o Náutico recebeu a proposta da Prefeitura de Olinda para jogar no estádio Grito da República, inaugurado no fim do ano passado e que ainda não recebeu partidas oficiais. Até então, o campo recebeu apenas a pré-temporada do Santa Cruz e algumas partidas de futebol americano.

Segundo o mandatário alvirrubro, caso avance as negociações entre o Náutico e a Prefeitura de Olinda, alguns acréscimos terão de ser feitos no Grito da República, localizado em Rio Doce, bairro mais populoso da cidade histórica.  

"A gente recebeu o convite para visitar o estádio em Olinda e vimos que tem muita coisa para fazer. As federações são muito exigentes no exame de cada campo. Se a gente achar que deve ir para Olinda, tem de mexer no gramado, vestiário, estacionamento, refletores, segurança. Ainda é uma coisa incipiente, preliminar, não tem esse adiantamento todo, mas a diretoria de futebol foi lá e gostou, pelo menos para os jogos menores", contou Ivan Brondi, que disse esperar ajuda da Prefeitura de Olinda caso a parceria se firme.

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