Araruna vê Petros como espelho e valoriza 'compromisso' das joias do SP

Bruno Grossi

Do UOL, em São Paulo (SP)

  • Érico Leonan / saopaulofc.net

    Araruna deve ser mantido como lateral-direito na equipe de Rogério Ceni

    Araruna deve ser mantido como lateral-direito na equipe de Rogério Ceni

Seja pela falta de dinheiro ou pela confiança de Rogério Ceni, as categorias de base do São Paulo formam hoje um terço do elenco profissional. E, diante desse cenário, o garoto Araruna acredita que a equipe principal ganhou em comprometimento. A identificação dos jovens com o clube tem ajudado o Tricolor desde o ano passado, na fuga contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro, e pode ser determinante mais uma vez em 2017.

"Existem dois momentos. No bom, o jovem entra, aproveita a ascensão e tem mais mídia. No ruim, o clube precisa de atletas compromissados e é o que estou fazendo aqui, ouvindo o Rogério para amadurecer e crescer. Vejo todos compromissados aqui dentro. Não vejo ninguém treinando por treinar, falando mal do outro. Todos sentem as derrotas, ninguém gosta de perder. Têm campeões aqui e ninguém gosta disso. Todos trabalham forte", avisou o volante.

Sempre exaltado pela versatilidade, Araruna voltou a ser titular no último domingo, no empate em 1 a 1 com o Fluminense, atuando como lateral-direito. O camisa 28 está totalmente recuperado de lesão e aceita qualquer posição para se firmar na equipe. Mas, no meio de campo, há uma nova motivação para treinar e conquistar espaço: a presença de uma de suas referências na formação como atleta.

"Acompanhei o Petros enquanto estava na base e tinha até como uma referência para mim. Acredito que ajudará bastante, será bem-vindo. Eu trabalho para aproveitar as oportunidades que aparecerem. Eu treino nas duas posições e o Rogério me dá confiança para o meio e para a lateral. Me sinto confiante e à vontade nas duas, então poderei ajudar 100%", elogiou, citando o volante comprado do Bétis e que já treina com o grupo. 

Araruna só espera que a reação do Tricolor comece logo, a partir do duelo de domingo contra o Flamengo, às 16h, no Rio de Janeiro: "É um momento difícil. Ninguém gosta de jogar estando perto da zona de rebaixamento, mas pensamos em trabalhar todo dia, jogo a jogo. E a cada vez mais sentimos a derrota. São jogos difíceis para a gente, mas para eles também. O São Paulo é sempre um clube para se respeitar. Temos condições de vencer fora de casa".

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