Dudu rejeita rótulo de ídolo e diz: "Obrigação jogar como no 2º tempo"

Do UOL, em São Paulo

  • Marco Galvão/FotoArena/Estadão Conteúdo

    Dudu disse que ainda precisa ganhar mais títulos para ser ídolo

    Dudu disse que ainda precisa ganhar mais títulos para ser ídolo

Autor de dois gols no empate em 3 a 3 com o Cruzeiro, Dudu foi o escolhido do dia para conversar com a imprensa no Palmeiras. O capitão voltou a afirmar que a atuação do time no primeiro tempo do jogo da última quarta-feira não pode se repetir e afirmou que a obrigação do elenco é atuar ao menos com vontade.

O camisa 7 disse que entende a pressão da torcida por resultados, mas ressaltou que vários outros concorrentes também têm times fortes e precisam ser respeitados.

"Temos um time forte. O Cruzeiro é forte, o Grêmio é forte, o Atlético-MG. No Brasil os jogos são competitivos. Não temos obrigação de ganhar todos, temos a obrigação de jogar como o segundo tempo de ontem, lutar por essa camisa, lutar pelo torcedor que vai ao campo. Ganhar a competição vai do momento da equipe", afirmou o atacante.

"Não queria ter tomado tres gols para depois o time começar a jogar. Tomamos dois de contra-ataque, não pode acontecer. Depois sabia que o time precisava de mim. Tive a sorte de conseguir fazer dois gols", completou.

Dudu voltou a dedicar a vitória para Fabiano e para torcida e repetiu os elogios a Borja feitos logo após o jogo, na zona mista.

Campeão da Copa do Brasil de 2015 e do Campeonato Brasileiro de 2016, ele se consolida como um dos mais queridos entre os torcedores. Nesta quinta-feira (29), inclusive, ele fez apenas trabalhos de recuperação física, assim como os demais titulares. A diferença foi que ele foi recepcionado por fãs que levaram cartazes e se emocionaram no encontro.

Ele não esconde gostar do carinho, mas prefere rejeitar, ao menos por enquanto, o rótulo de ídolo palmeirense.

"Falta algumas coisas para me tornar ídolo aqui. Sou feliz pelo carinho por mim e pela minha família. Espero continuar assim para quem sabe me tornar ídolo. Hoje em dia, no Brasil o pessoal trata as pessoas como ídolo por pouca coisa. Conquistei Brasileiro e Copa do Brasil, mas no meu ver ainda falta um campeonato maior, que pode ser a Libertadores".

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