Grêmio deve esperar jogo da Libertadores para definir venda de Luan

Jeremias Wernek

Do UOL, em Porto Alegre

  • Armando Paiva/AGIF

    Luan deve se reunir com estafe e Grêmio após jogo contra o Godoy Cruz

    Luan deve se reunir com estafe e Grêmio após jogo contra o Godoy Cruz

O Grêmio deverá esperar o jogo contra o Godoy Cruz-ARG, na quarta-feira, para bater martelo sobre o futuro de Luan. A saída do camisa 7 é iminente, mas o acordo junto ao Spartak Moscou ficará para depois da partida.

A ideia é não atrapalhar Luan e não afetar o clima de concentração do Grêmio para o jogo da volta das oitavas de final.

Conforme o UOL Esporte já mostrou, mesmo sem a oferta no papel o Grêmio negocia com os russos. O Spartak acenou com 20 milhões de euros (R$ 73,7 milhões na cotação atual) e o Tricolor pediu 24 milhões de euros (R$ 92,1 milhões). O acordo deverá ser selado por 22 milhões de euros (R$ 81,1 milhões).

A negociação levará Luan imediatamente. A permanência até dezembro, que era desejo do Grêmio, se torna inviável. O Spartak Moscou deseja ter o meia-atacante já nesta semana.

Luan, 24 anos, deverá se reunir com seu estafe para dar o aceite a um contrato de quatro temporadas. Como o Grêmio atua na quarta, às 19h15 (Brasília) o encontro deverá ocorrer um dia após o duelo com o Godoy Cruz-ARG.

O Grêmio aguarda a oferta no papel, mas também depende da posição final de Luan. Jair Peixoto, empresário do jogador, esteve na Rússia nos últimos dias. O interesse foi apresentado por outro agente, mas com anuência do procurador do camisa 7.

Ao mesmo tempo, o Grêmio acredita que possam surgir novos interessados no jogador - em reflexo da ida de Neymar ao PSG e dos 222 milhões de euros que poderão entrar no mercado pelas mãos do Barcelona. Antes do Spartak, a Sampdoria fez duas propostas oficiais ao Tricolor. O Fenerbahce levantou informações, assim como dois clubes espanhóis, mas o time russo é quem está mais perto de atender as exigências do clube gaúcho.

Luan tem contrato com o Grêmio até setembro do ano que vem. A saída dele já era prevista há meses, mas ficou iminente após as boas atuações na temporada. O Tricolor tem 70% dos direitos econômicos e os outros 30 estão divididos igualmente com três investidores.

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