Sem jogar há um ano, meia do Arsenal quase teve perna amputada por infecção

Do UOL, em São Paulo

  • Reprodução

    Capa do jornal Marca mostra pele do braço de Cazorla enxertada em seu tornozelo

    Capa do jornal Marca mostra pele do braço de Cazorla enxertada em seu tornozelo

O meia Santi Cazorla, do Arsenal, enfrenta uma batalha contra uma lesão gravíssima no tendão de Aquiles que há um ano o mantém afastado dos gramados. O jornal espanhol Marca conversou com o jogador e explicou seu drama, que incluiu até risco de ter a perna amputada por causa de uma infecção.

Após operar o tendão, Cazorla sofria com os pontos, que se abriam constantemente e impediam a cicatrização do local da cirurgia. Até que o médico Mikel Sánchez encontrou o problema: uma infecção causada por três bactérias, que danificou parte do osso do calcanhar e "comeu" oito centímetros do tendão.

De acordo com o médico, pelo menos uma das bactérias foi contraída em uma operação anterior. Cazorla se submeteu a tratamentos com antibióticos e conseguiu vencer a infecção, que poderia até ter feito o jogador perder a perna.

O último jogo de Cazorla foi uma vitória do Arsenal por 6 a 0 sobre o Ludogorets, pela Liga dos Campeões, em 19 de outubro de 2016. Na partida, ele sofreu um golpe no tendão que agravou uma lesão já existente, e desde então luta para voltar a jogar.

O atleta de 32 anos teve que enxertar no tornozelo um pedaço da pele do antebraço, que continha parte de uma tatuagem com o nome de sua filha. Atualmente, ele faz fisioterapia e sonha em voltar aos gramados em janeiro. Seu contrato com o Arsenal vai até junho de 2018.

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