Suspensa após imbróglio, eleição na Ponte é remarcada para esta quinta

Do UOL, em Santos (SP)

  • PontePress/DJotaCarvalho

    Vanderlei Pereira tenta a reeleição para a presidência da Ponte Preta

    Vanderlei Pereira tenta a reeleição para a presidência da Ponte Preta

A eleição presidencial na Ponte Preta está remarcada. Suspensa na última segunda-feira (27) após imbróglio, ela acontecerá nesta quinta-feira (30), a partir das 13h.

O pleito que definiria quem comandará o clube no próximo quadriênio (2018-2021) foi suspenso depois que um conselheiro entrou com um requerimento questionando a falta de 75 conselheiros natos suplentes nas chapas, o que é exigido pelo estatuto social da Ponte Preta.

Mas em decisão publicada nesta quarta-feira (29), o Conselho Deliberativo da Ponte Preta destituiu a mesa formada na última segunda (27), 'pois ela não possuía legitimidade para adotar os atos que adotou, bem como convocou as eleições da Ponte para esta quinta (30)'.

"Infelizmente o que ocorreu na segunda-feira foi praticamente um golpe contra uma eleição democrática: o presidente da mesa eleita para conduzir a eleição excedeu os limites do cargo, como foi inclusive alertado por um dos integrantes da própria mesa", diz Mauro Zuppi, presidente do Conselho.

Na prática, o estatuto não confere poderes ao presidente da mesa eleitoral, cargo que foi exercido pelo conselheiro Miguel Di Ciurcio para suspender a eleição.

"Poderíamos até ter dado sequência à eleição no mesmo dia, porém optamos em salvaguardar o pleito eleitoral. Confirmamos no Estatuto então que houve o abuso de poder e que sequer há necessidade de uma intervenção jurídica: basta que o Conselho cumpra seu papel de garantir o respeito ao estatuto, que é exatamente o que estamos fazendo", finaliza Zuppi.

Vale lembrar que o pleito será iniciado com apenas uma chapa (Sempre Ponte Preta) homologada. Ela é liderada por Sérgio Carnielli e tem como candidato o atual presidente da Macaca, Vanderlei Pereira.

Há duas semanas, o Conselho Deliberativo da Ponte Preta indeferiu o registro da chapa "Renovação", da oposição, por ter 99 integrantes – dos 225 necessários (150 titulares e 75 suplentes) – inaptos. O grupo ainda tenta recorrer na Justiça.

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