Faixa critica permanência de Robinho no Galo: "Condenado por estupro"

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Reprodução/Twitter

    Faixas foram colocadas nesta madrugada de terça-feira em frente à sede do Atlético-MG

    Faixas foram colocadas nesta madrugada de terça-feira em frente à sede do Atlético-MG

Na madrugada desta terça-feira, duas faixas foram colocadas em frente à sede do Atlético-MG, no bairro de Lourdes, cobrando uma postura mais enérgica da diretoria no caso envolvendo o atacante Robinho. No final de novembro, o Tribunal de Milão condenou o jogador em primeira instância a nove anos de prisão por "violência sexual em grupo".

"Um condenado por estupro jogando no Galo é uma violência contra todas as mulheres", dizia uma das faixas.

Na ocasião da condenação pelo Tribunal italiano, a advogada de Robinho, Marisa Alija, negou qualquer participação do jogador e publicou uma nota oficial sobre o caso. Já o Atlético não se posicionou sobre o caso dizendo se tratar de um assunto pessoal do jogador.

"Galo, seu silêncio é violento. Não aceitamos estupradores", diz a outra mensagem. Ambas as faixas estão assinadas pelo grupo Feministas do Galo.

Reprodução/Twitter

Em contato com a reportagem, uma representante do grupo comentou sobre o protesto e reforçou a necessidade de uma postura mais incisiva da diretoria alvinegra.

"As faixas foram colocadas ontem (segunda-feira) em uma ação do grupo Feministas do Galo, com o apoio da Galo Marx. Não estamos acusando o Robinho de estuprador, ainda há outras instâncias do julgamento. E nem ao menos apoiamos encarceramento. Apenas queremos que o Galo se manifeste a respeito de um atleta de seu plantel sofrer esse tipo de acusação grave".

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