Jogador do Atlético-PR explica como ganhou o apelido de camisinha

Napoleão de Almeida

Colaboração para o UOL

  • Marco Oliveira/Site oficial CAP

Quando ele chegou ao Brasil, o Atlético Paranaense estava mal na temporada. A equipe lutava para não ficar entre os últimos colocados, a defesa levava gols e o ataque não marcava. Foi a partir da entrada de Esteban  Pavez que o Furacão passou a, primeiro parar de levar tantos gols, para depois voltar a vencer e sair do sufoco da zona de rebaixamento.

Não deu para conseguir a vaga na próxima Libertadores, mas ao menos os atleticanos não precisaram de pílulas para os dias seguintes ao final do Brasileirão. Em boa parte, graças ao "Camisinha".

"Não sei quem foi, depois acabou pegando. É pela segurança que eu dei a equipe nas primeiras cinco rodadas que fiz", contou Pavez, aos risos, à emissora chilena Canal del Fútbol, durante suas férias no país natal.

"Não esperava uma adaptação tão boa. Cheguei e estávamos lá embaixo, depois começamos a ganhar, mas fico feliz e o apelido, bem, são as coisas do futebol", disse o jogador.

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