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Grande "problema" de 2017, juventude ainda marca o elenco do Fluminense

MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC.
Ayrton Lucas (6) é um dos jovens que têm sido aproveitados esse ano Imagem: MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC.

Leo Burlá

Do UOL, no Rio de Janeiro

11/02/2018 04h00

Um dos problemas detectados pelo Fluminense para a temporada cheia de oscilações em 2017 foi o excesso de juventude do elenco.

O ano virou e o “problema” não foi sanado, já que muitos jovens de Xerém ainda têm sido chamados para socorrer o time principal tricolor.

Ao final do último Campeonato Brasileiro, o técnico Abel Braga atribuiu aos mais cascudos a permanência da Série A e disse que havia necessidade de tirar um pouco do peso dos ombros dos mais jovens, mas nomes como Henrique, Henrique Dourado, Lucas, Diego Cavalieri, Orejuela e Wellington Silva deixaram o elenco em 2018.

As caras novas no Flu são o goleiro De Amores, os volantes Jadson e Airton, e o lateral Gilberto. Com recursos escassos, os tricolores mapeiam com muito cuidado o mercado para minimizarem os erros na hora de encorpar o elenco.

Uma dessas caras novas de 2018, o zagueiro Ibañez tem aproveitado as brechas proporcionadas com a saída de jogadores. Ainda sem reposição para o setor, o jogador dá sua visão sobre o Flu neste início de trabalho.

“Para mim, não vejo muita diferença [a saída dos mais experientes]. São nomes de peso, que sempre acolheram o grupo. Trabalhei forte para isso acontecer e agradeço ao Abel pela oportunidade”, disse ele.

Além do defensor, nomes como Dudu, Caio e Ayrton Lucas, todos eles crias de Xerém, já têm figurado entre os profissionais.

O elenco tricolor ganhou folga neste domingo. O grupo retoma os trabalhos a partir de segunda já de olho no Salgueiro, rival de quinta, pela segunda fase da Copa do Brasil.

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