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PSG já trabalha com saída de Thiago Motta e tem Fabinho como prioridade

Stephane Mahe/Reuters
Imagem: Stephane Mahe/Reuters

João Henrique Marques

Do UOL, em Paris

11/04/2018 04h00

A despedida de Thiago Motta no Paris Saint-Germain já tem data: dia 30 de junho. É a data em que termina o contrato do jogador de 35 anos. A direção do clube francês não aguenta mais queixas sobre o temperamento do volante, com constantes discussões em vestiário, e já trabalha com a saída. Como reposição, o brasileiro Fabinho, atualmente no Monaco, encabeça a lista de alvos do clube parisiense.

Thiago Motta teve temporada complicada no PSG. Discussões com o treinador Unai Emery resultaram até em veto no primeiro jogo de oitavas de final da Liga dos Campeões, contra o Real Madrid. O problema também foi considerado pela diretoria como um ponto final da passagem no clube.

Como agravante, o volante brasileiro ainda teve temporada complicada com lesão na perna esquerda e quase dois meses de afastamento no total. A decisão pela saída de Thiago Motta parece não depender da chegada de um novo treinador

O reforço prioritário

O negócio com Fabinho está congelado desde julho do ano passado. Foi quando o volante acertou bases salariais com o PSG, mas viu uma ameaça de punição na Uefa por conta do fair play financeiro ser o motivo para prejudicar um acordo entre os clubes – PSG tinha articuladas vindas de Mbappé e Fabinho.

O apreço por Fabinho se deve à adaptação ao futebol francês – jogador ainda fala o idioma com fluência – e a versatilidade, sendo capaz de jogar como lateral direito ou volante.

O lugar no meio-campo é caminho mais curto para assumir uma titularidade no PSG. Nesta temporada, a posição de Thiago Motta foi a única da equipe que constantemente sofria alterações. O argentino Giovani Lo Celso e o francês Lassana Diarra passaram a revezar o posto com o brasileiro.

Além de Fabinho, o PSG também trabalha com a possibilidade de contratar o francês N’Golo Kanté. No entanto, o jogador avaliado pelo Chelsea em 60 milhões de euros (cerca de R$ 250 milhões) é considerado extremamente caro.