Atlético-MG só fica com o Brasileiro e Larghi frisa necessidade de reforços

Do UOL, em Belo Horizonte

  • Bruno Cantini/Clube Atlético Mineiro

    Eliminação da Copa do Brasil deixa foco do Atlético só com o Brasileiro a partir de agora

    Eliminação da Copa do Brasil deixa foco do Atlético só com o Brasileiro a partir de agora

Uma semana depois de abrir mão e ser eliminado para o San Lorenzo na Sul-Americana, o Atlético-MG voltou a sofrer um golpe duro e caiu novamente, desta vez para a Chapecoense, pela Copa do Brasil. Em pleno mês de maio, só restou à equipe lutar por um final de ano digno e em uma boa posição no Brasileiro. Agora com um único torneio inteiro pela frente, Thiago Larghi não esconde a necessidade de reforçar o time e conta com a diretoria para trazer peças certeiras, principalmente no setor ofensivo.

Nas partidas contra o San Lorenzo e Chapecoense, o Atlético precisava de um gol para manter suas chances de classificação, mas passou em branco em ambas e não balançou as redes em quatro jogos.

"A gente tem que aproveitar essa oportunidade, tratar com seriedade, corrigir os erros, fazer uma autocrítica e saber que tem pontos a melhorar. Quem sabe, a espera de reforços que venham para nos ajudar, isso vai ser importante para a temporada. Sei que a diretoria está trabalhando nisso", comentou Larghi, após a queda em Chapecó.

Na partida contra a Chape, os únicos laterais relacionados foram os titulares Fábio Santos e Patric. Este último é titulares desde a chegada de Larghi, mas nunca caiu de vez nas graças da torcida, que ainda sente a falta de Marcos Rocha. No lado esquerdo, Fábio Santos chama atenção pela alta frequência de jogos, mas seu lado pode ficar comprometido se o Atlético não tiver um reserva para a posição. No  meio, Cazares segue como principal organizador, mas divide ótimas apresentações com jogos tímidos, e não tem um reserva à altura. Seu companheiro Otero também não atravessa boa fase e vem deixando a desejar.

Foco exclusivo no Brasileiro

Esta é a primeira vez desde 2012 que o Galo chega ao mês de maio somente com o Brasileirão pela frente. Nos últimos anos, a equipe ainda dividia suas atenções com a Copa do Brasil ou Libertadores. Desta vez, uma decisão conjunta foi tomada na semana passada para abrir mão da Sul-Americana, praticamente minando as chances de classificação. A aposta era de chegar firme na Copa do Brasil e Brasileiro, mas metade da meta já caiu por terra com a mais recente eliminação.

"Não lamento (ter escalado reservas contra San Lorenzo). Ali foi uma decisão com base na fisiologia, uma decisão conjunta da comissão técnica e diretoria. O jogo foi bem jogado, na terça passada. Não venceu por ocasião do futebol. Houve um saldo positivo, ganhamos alguns jogadores que entraram ali, como o Bremer, o Yago e o Alerrandro mostrou que pode ser o reserva do Ricardo Oliveira", acrescentou o técnico.

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