Ricardo Oliveira pede para Róger Guedes ficar e faz elogios a Pedro, do Flu

Do UOL, em São Paulo

  • Bruno Cantini / Atlético-MG / Divulgação

    Róger Guedes e Ricardo Oliveira se abraçam em jogo do Atlético-MG

    Róger Guedes e Ricardo Oliveira se abraçam em jogo do Atlético-MG

Centroavante do Atlético-MG, Ricardo Oliveira marcou nesse domingo (10) um dos gols da vitória por 5 a 2 sobre o Fluminense. O jogador pediu a manutenção de Róger Guedes, seu companheiro de equipe, e disse que Pedro, comandante do ataque do tricolor carioca, pode ser o futuro da posição na seleção brasileira.

O Al Wehda e o Al Hilal, ambos da Arábia Saudita, fizeram oferta por Róger Guedes, cujos direitos pertencem a Criciúma e Palmeiras. Após a vitória sobre o Fluminense, o atacante chegou a adotar tom de despedida.

"Nossos números são ótimos. A gente se complementa. O Róger é um jogador de muito talento, tem só 21 anos. Imagina a projeção que ele tem ainda no futebol, e ele tem nos ajudado bastante. Obviamente, todo mundo olha para o futebol brasileiro porque sabe que aqui é um celeiro de craques, e aí infelizmente acaba tendo as propostas. Para ser sincero, meu conselho foi que ele pudesse ficar na carreira profissional. Isso é muito importante. Só que aí, você não pode entrar no lado familiar de cada pessoa", disse Ricardo, em entrevista ao "SporTV".

"A gente vem acompanhando pela imprensa e conversado com ele, é sabido que existe essas propostas, e nós desejamos que ele permaneça. Conversei com ele isso, não só eu, como todos os companheiros de equipe, porque entendemos a importância dele. É um jogador diferente, que está vivendo um momento ótimo. Aconteceu que nesse momento vêm surgindo essas especulações. Vamos ver de que forma isso vai finalizar. Eu desejo que ela permaneça porque entendo ser uma parte chave para o nosso time", completou.

Questionado sobre a transferência do Santos para o Atlético, Ricardo afirmou que se sentiu motivado pelo desafio de defender as cores do clube mineiro e teceu elogios a Pedro, centroavante do Fluminense.

"Eu sou muito movido a desafios. Para mim, nunca foram fáceis as coisas. Tivemos que abdicar de muitas coisas, matar um leão por dia para sobreviver no meio do futebol. Tem muitos jogadores talentosos. Ontem tive a oportunidade de acompanhar o Pedro, falei para ele depois do jogo que nosso futebol precisa de centroavante com essa característica e que ele pode estar sendo o futuro da seleção brasileira. Temos aqui também o Alejandro, que tem me substituído em alguns jogos e vai crescer bastante. É o desafio. Sei que quando sou desafiado, posso render mais", afirmou o centroavante do Atlético.

"Não gosto da zona de conforto. Em 2015, muitos ídolos tinham saído do Santos, e eu aceitei o desafio. Campeão paulista, vice brasileiro e da Copa do Brasil. Precisava de um novo desafio, precisava dessa motivação, e o Atlético veio e me fez essa proposta. Aceitei, e graças a Deus as coisas estão indo bem. Nós juntos estamos trabalhando para deixar as coisas lá em cima. Acreditamos muito no trabalho que está feito com o Thiago Larghi e que a gente possa brigar pelo título do Campeonato Brasileiro", complementou. 

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