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Jornal: ex-jogador Emerson teria usado paraíso fiscal para driblar fisco

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Ex-jogador é acusado de crime fiscal Imagem: AP Photo/Paul White

Do UOL, no Rio de Janeiro

21/06/2018 13h34

O ex-jogador Emerson, com passagens por Grêmio, Real Madrid e seleção brasileira, teria cometido crimes de natureza fiscal para evitar o fisco, segundo o jornal "El Confidencial".

O diário afirma que Emerson era diretor da Wallaby Services Ltd,  uma sociedade localizada nas Ilhas Virgens Britânicas, um famoso paraíso fiscal. Por meio desta empresa, o ex-jogador gerenciava uma conta em um banco dos Estados Unidos.

O jornal afirma que a sociedade foi registrada em 3 de julho de 2002, dias depois do Brasil levantar a Copa de 2002. O "El Confidencial" relacionou as atividades da empresa de Emerson às firmas Cafú S.A., Rivaldo Consulting e Penta Celebration, mas não revelou quem seriam os beneficiários.

A Wallaby Services Ltd teve seu valor estimado em 1,6 milhão de euros (R$ 7 milhões) pelo Mossack Fonseca, escritório de advocacia panamenho que ficou célebre por abrir contas offshore. O escândalo deu origem ao caso conhecido como "Panamá Papers".

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