Acesso à sala da presidência vira caso de polícia em política do Vasco

Bruno Braz

Do UOL, no Rio de Janeiro

  • Paulo Fernandes / Flickr do Vasco

Uma grande confusão aconteceu no fim da tarde desta terça-feira em São Januário. Com o presidente do Vasco, Alexandre Campello, em viagem na Rússia à convite da CBF para a Copa do Mundo, sua sala foi alvo de disputa por grupos políticos que brigam pelo comando na vacância no poder. A polícia foi acionada e o clima no clube ficou tenso.

Embasados pelo protocolo assinado pelo presidente do Conselho Deliberativo, Roberto Monteiro - declarando Campello licenciado e nomeando o aliado e primeiro vice-geral, Elói Ferreira, como interino - o grupo Identidade Vasco, ao qual eles pertencem, tentou acessar o local que estava trancado. Com o impedimento da segurança, uma grande confusão se deu e foi parar na 17ª Delegacia de Polícia (São Cristóvão).

João Amorim, que é vice de Finanças e que foi nomeado em um outro protocolo por Campello como seu substituto, também esteve no local no aguardo de uma definição.

Os lados oposicionistas têm interpretações diferentes do estatuto do clube e cada um alega que seu representante nomeado tem o direito de assumir o clube interinamente até o dia 17 de julho, prazo que o presidente do Vasco deu em seu documento.

Campello, por exemplo, declarou em nota oficial que considera nula qualquer medida praticada por Elói Ferreira. O primeiro vice-geral, por exemplo, anunciou como ação inicial a demissão do chefe da segurança que impediu seu ingresso na sala da presidência.

Existe a intenção de que Elói e outros aliados da Identidade Vasco compareçam novamente nesta quarta-feira acompanhados de um chaveiro para tentar entrar na sala. 

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