Dono de time de Rodriguinho e Keno no Egito ameaça retirar investimentos

Do UOL, em São Paulo

  • Ryan Pierse/Getty Images

O Pyramids, time de Rodriguinho e Keno no Egito, pode ficar sem investimentos na próxima temporada. Responsável pelas contratações milionárias, o saudita Turki Al-Sheikh, atual presidente da Autoridade Esportiva Geral e do Comitê Olímpico da Arábia Saudita, ameaçou nas redes sociais retirar o dinheiro injetado por receber "ataques estranhos de todos os lados".

"Estou pensamento seriamente em deixar de investir em esportes no Egito... ataques estranhos de todos os lados e todo dia uma nova história... Por que essa dor de cabeça?", escreveu.

O tema repercutiu até mesmo na TV oficial do Pyramids. Durante um programa, o apresentador afirmou que Al-Sheikh havia decidido "retirar-se permanentemente" dos negócios e prometido garantir outros contratos para os jogadores da equipe, assim como para os funcionários da emissora.

Turki Al-Sheikh chegou ao futebol egípcio em junho deste ano, quando comprou o Al-Assiuty e o transformou no Pyramids FC. Entre os investimentos, o saudita desembolsou R$ 22,6 milhões (valor da época) para contratar Rodriguinho (Corinthians), R$ 37 milhões por Keno (Palmeiras) e R$ 19,8 milhões por Ribamar (Atlético-PR).

O clube ainda levou o técnico Alberto Valentim, então no Botafogo. O treinador, no entanto, foi demitido após três jogos por desavenças com a diretoria em relação à escalação do atacante Ribamar em uma partida do Campeonato Egípcio.

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