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Libertadores - 2019


Boca não perdia no Brasil desde título do Corinthians na Libertadores

Emerson Sheik chuta para abrir o placar para o Corinthians na decisão da Libertadores de 2012 - Leandro Moraes/UOL
Emerson Sheik chuta para abrir o placar para o Corinthians na decisão da Libertadores de 2012 Imagem: Leandro Moraes/UOL

Do UOL, em Santos (SP)

03/04/2019 11h55

Na noite de ontem, na Arena da Baixada, o Athletico Paranaense aplicou uma sonora vitória sobre o poderoso Boca Juniors: 3 a 0, com três gols de Marco Rúben, resultado que deixou o time paranaense na liderança do grupo na Copa Libertadores. A equipe argentina não sabia o que era perder em território brasileiro desde 2012, quando perdeu o título para o Corinthians.

Em 2012, ano de seu primeiro e único título da Libertadores, o Corinthians venceu o Boca Juniors por 2 a 0 no Pacaembu depois de empate por 1 a 1 na La Bombonera e levantou a taça. Desde então, o time argentino não tinha mais perdido no Brasil até então, em quatro jogos.

No ano seguinte, o Boca deu o troco no Corinthians e, depois de vencer por 1 a 0 na La Bombonera, segurou empate por 1 a 1 no Pacaembu e avançou às quartas de final - sendo eliminado em seguida pelo Newell's Old Boys, em longa disputa nos pênaltis.

Os outros três jogos do Boca Juniors em território brasileiro foram realizados no ano passado, novamente pela Copa Libertadores. Na fase de grupos, o time argentino buscou o empate por 1 a 1 nos acréscimos contra o Palmeiras, no Allianz Parque.

Na sequência da competição, já no mata-mata, o time xeneize teve pela frente o Cruzeiro: 2 a 0 na La Bombonera e empate por 1 a 1 no Mineirão. Depois, veio o Palmeiras nas semifinais: 2 a 0 ao lado de sua torcida e empate por 2 a 2 no Brasil, avançando à final contra o River Plate.

Athletico e Boca Juniors voltam a se encontrar, na La Bombonera, só na última rodada da fase de grupos, dia 9 de maio. O time brasileiro volta a campo pela Libertadores na terça-feira que vem, quando encara o Tolima na Arena da Baixada; já o Boca recebe o Jorge Wilstermann um dia depois.