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Associação que denunciou Ferj encara acusação de falsidade ideológica

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Presidente da Comissão de Abritragem do Rio, Jorge Rabello é acusado por associação de ser um dos "cabeças" do esquema Imagem: Ferj

Alexandre Araújo e Bruno Braz

Do UOL, no Rio de Janeiro (RJ)

2019-04-18T11:33:09

18/04/2019 11h33

A Associação Nacional dos Ex-Árbitros de Futebol do Brasil (ANEAB), que entrou com uma ação contra a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) oferecendo denúncia de manipulação da arbitragem no Campeonato Carioca, enfrenta, agora, uma acusação de falsidade ideológica e terá de responder judicialmente sobre as imputações. Além disso, a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF) emitiu um comunicado de repúdio quanto às atribuições.

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Marçal Rodrigues afirma que assinatura em documento não é dele Imagem: Reprodução

A ANEAB entrou com a ação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) no último dia 8, em documento assinado por Marçal Rodrigues Mendes, que seria representante da instituição. Porém, na última segunda-feira, Marçal compareceu à 31ª Vara Cível do TJ-RJ para afirmar que a assinatura que constava na movimentação judicial não era dele.

Em uma reunião que aconteceu na última quinta-feira, ficou firmado que a Ferj e os árbitros do atual quadro da federação vão entrar com uma ação conjunta contra a ANEAB por denúncia caluniosa, pedindo para que a associação prove as acuações feitas.

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Associação dos árbitros repudia ação judicial feita contra a Ferj Imagem: Reprodução

Em comunicado da ANAF, assinado pelo presidente Salmo Valentim, há ainda o repúdio à representação feita pela ANEAB.

"A Associação Nacional do Árbitros de Futebol (ANAF) vem a público externar sua extrema indignação com a propositura da Ação n° 0081223.06.2019.8.19.0001, movida pela ANEAB, uma Associação que se diz representante dos Ex-Árbitros de Futebol do Brasil, contra a FEDERAÇÃO DE FUTEBOL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (FERJ), onde de forma pejorativa contra a Federação, acusa a mesma de manipulação de escalas e de resultados e ainda, contra árbitros e assistentes que se encontram em pleno exercício de suas funções sem qualquer tipo de impedimento social, moral ou profissional, sendo suas condutas ilibadas", diz trecho do documento.

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