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Como jogo com CSA é vital na estratégia do Inter pelo topo do Brasileiro

Ricardo Duarte/SC Internacional
Inter de Odair Hellmann quer ter retrospecto perfeito no estádio Beira-Rio Imagem: Ricardo Duarte/SC Internacional

Do UOL, em Porto Alegre

2019-05-18T04:00:00

18/05/2019 04h00

O Internacional quer repetir o desempenho de 2018 no estádio Beira-Rio. No Campeonato Brasileiro do ano passado, o time de Odair Hellmann perdeu apenas uma das 19 partidas como mandante e a campanha ao lado da torcida se tornou alicerce da colocação final. No domingo (19), o clube colorado recebe o CSA em uma partida que pode até parecer normal, mas não é. Vencer a equipe alagoana é vital para os cálculos vermelhos.

Inter e CSA se enfrentam às 16h (horário de Brasília) de domingo, em Porto Alegre.

O CSA ainda não venceu no Campeonato Brasileiro e marcou apenas um gol em quatro jogos. De toda forma, o desafio do Inter é considerado relevante: vencer um adversário que deve se fechar no Beira-Rio e fugir de riscos durante a partida.

"Temos que continuar nos impondo em casa, mas cada vez mais os adversários vêm aqui focados e concentrados. Eles sabem a dificuldade de jogar aqui. Estão se mobilizando muito. Cabe a nós elevarmos a régua para manter o nível de resultado", disse Odair Hellmann.

Neste ano, o Inter já jogou 13 vezes no Beira-Rio e perdeu duas partidas (ambas pelo Campeonato Gaúcho). O aproveitamento é de quase 75% de aproveitamento e o ambiente de apoio da torcida ajuda o time a conseguir bom desempenho. A prova está no rendimento como visitante neste início de Brasileirão: duas partidas e duas derrotas.

"Se ganhar todas dentro (de casa), dá quase 60 pontos. Se empatar todos fora, é praticamente campeão. Ano passado quase fizemos isso. Vencer fora é muito importante, não precisa empatar três. Mas tem que ganhar todas em casa", disse Hellmann.

Vencer como mandante pode até soar como tarefa simples, mas o atual grupo e comissão técnica do clube gaúcho valorizam os triunfos por lembrarem como foi em um passado recente. Durante a Série B, atuar no Beira-Rio dificultava mais as partidas - pela ansiedade geral e cobrança. No início de 2018 ainda foi assim.

"Me lembro do primeiro jogo do Brasileiro do ano passado, contra o Bahia. Nossa! O ambiente estava? tinha uma desconfiança e qualquer coisa gerava uma intranquilidade maior no estádio e nos jogadores. Isso não existe mais. Os jogadores jogam com naturalidade, confiança. Pelo trabalho todo, mas pelo externo. Pelo torcedor. Ele nos ajuda e com a qualidade do grupo, a gente tem feito a maioria das vitórias em casa", comentou o técnico.

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