Topo

Fluminense

Fluminense avalia ida ao mercado para reforçar zaga após série de lesões

Lucas Merçon/Fluminense
Digão está em recuperação de lesão no Fluminense Imagem: Lucas Merçon/Fluminense

Leo Burlá

Do UOL, no Rio de Janeiro

2019-06-12T04:00:00

12/06/2019 04h00

O técnico Fernando Diniz tem perdido o sono com sucessivas contusões entre os zagueiros do Fluminense. A última vítima desta "maldição" foi Matheus Ferraz, que teve diagnosticado rompimento do ligamento do joelho, o que obriga o defensor a passar por cirurgia.

Antes de Ferraz, o Flu já havia perdido Digão, com fratura na perna esquerda, e Léo Santos, submetido a uma operação no joelho esquerdo. Sem essas três peças fundamentais no setor, o treinador tem em mãos Frazan, Nino e o jovem Luan, da base do clube. Ante tantos problemas, a cúpula tricolor avalia a necessidade de ir ao mercado, ainda que não haja negociação alguma em curso.

A nova direção conta os minutos para a pausa para a Copa América, já que este período deve representar a cura total de Digão, jogador que começou o ano como titular. Contra o rival Flamengo, a dupla de zaga foi formada por Frazan e Yuri, volante improvisado no setor. Com Nino suspenso, o comandante não teve outra saída.

"Quem vem entrando está dando conta do recado. A zaga foi totalmente nova diante do Flamengo. Nunca tínhamos atuado juntos e fomos bem", avaliou Caio Henrique.

Outra alternativa disponível, Paulo Ricardo perdeu espaço e não tem sido sequer relacionado por Fernando Diniz, que não conta com o jogador para o restante da temporada.

Caso os responsáveis pelo departamento de futebol concluam que há necessidade de uma ação no mercado, há o consenso de que a escolha tem de ser certeira, já que o Flu atual exige características específicas do defensor. Precisão nos passes e raciocínio rápido, por exemplo, são itens considerados fundamentais.

Luciano pede dispensa

De olho em uma possível saída, o atacante Luciano pediu dispensa da viagem para Chapecó, local da partida de quinta-feira, 20h, diante da Chapecoense.

Assim como todo o grupo, o atacante está insatisfeito com o atraso de salários, que já atingem dois meses de carteira e outros cinco de direitos de imagem. Como completou seis partidas no Brasileiro, o jogador inviabiliza uma transferência se fizer mais um.