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Interino do Atlético-MG faz planos e deve seguir no cargo após Copa América

Bruno Cantini/Atlético-MG
Rodrigo Santana, técnico do Atlético-MG, ganha força para seguir como treinador Imagem: Bruno Cantini/Atlético-MG

Thiago Fernandes

Do UOL, em Belo Horizonte

2019-06-13T04:00:00

13/06/2019 04h00

Rodrigo Santana comanda o Atlético-MG, na noite de hoje, ainda com a incerteza do futuro. Embora já tenha até reunião programada com os responsáveis pelo departamento de futebol para definir o planejamento dos próximos meses, ele segue com o rótulo de interino na Cidade do Galo.

O diretor de futebol Rui Costa, principal responsável pelo esporte no clube, não se manifesta oficialmente, mas já trabalha com a ideia de efetivação de Rodrigo Santana. O técnico conta com respaldo da cúpula, membros da comissão fixa e também do elenco.

As demonstrações de insatisfação por substituições são tidas como casos isolados nos bastidores do clube. Luan e Ricardo Oliveira já se irritaram por deixar o campo mais cedo. Ambos os casos foram contornados com conversas.

Às vésperas do jogo contra o São Paulo, Rodrigo Santana se manifestou e explicou que ainda não tem confirmação sobre o seu futuro à frente do elenco.

"Eu sempre falei que quando fui chamado, fui pego de surpreso. Passou que estou até hoje, vivendo jogo após jogo. A gente ainda não conversou. A diretoria falou que a gente vai fazer uma reunião para a gente falar de planejamento dessa pausa aí que vamos ter para recuperar os jogadores, para trabalhar. Mas estou focado no São Paulo. Não falamos sobre o futuro, como vai ser", declarou.

"Estou muito à vontade, muito feliz aqui, porque estou vivo na Sul-Americana, na Copa do Brasil e na ponta da tabela [do Brasileirão]. A gente espera um bom resultado amanhã para ir para essa pré-temporada bem tranquilo e que a diretoria trabalhe tranquilamente", completou.

Antes de chegar à conclusão de que o melhor seria a manutenção de Rodrigo Santana, o Atlético-MG tentou outros nomes badalados. Tiago Nunes, do Athletico Paranaense, foi o primeiro a negar uma oferta. Depois foi a vez de Rogério Ceni, do Fortaleza, recusar a mudança. Juan Carlos Osorio também não aceitou a oferta apresentada pelo Galo. Por fim, Jorge Jesus rejeitou o clube antes de se acertar com o Flamengo.