Alicerce de Bauza, comissão técnica do São Paulo tem trajetória vitoriosa

Com a chegada de Edgardo Bauza ao São Paulo, a comissão técnica do clube ganhou novos membros, dois deles fundamentais nas conquistas anteriores de Patón. O auxiliar técnico José Di Leo, com Bauza há quase 20 anos, e o preparador físico Bruno Militano, que já chegou a trabalhar como coordenador da Fundação Lionel Messi, em Rosário (ARG).

E foi justamente no Rosário Central, time argentino que leva o nome da cidade, que Patón e Di Leo começaram a parceria de longa data. Juntos, conquistaram a Libertadores em 2014 com o San Lorenzo (ARG) e no ano seguinte conseguiram o vice-campeonato nacional,  deixando a equipe classificada à edição de 2016. Antes disso, no Equador, venceram a Libertadores com a LDU, de Quito, em 2008, o único título do país até hoje no torneio internacional. Conquistaram ainda uma Recopa e dois nacionais.

- Meu trabalho consiste em colaborar com tudo que está em volta do trabalho de campo, no futebol. Nos treinos e nos jogos, buscamos formar equipes vitoriosas. E é isso que queremos no São Paulo. Sempre em conjunto, tomamos as decisões para o melhor do time. Estou muito feliz com o desafio de trabalhar no futebol brasileiro, principalmente aqui. Já conheço melhor os jogadores. Creio que vamos formar um time aguerrido e que brigará por todos os títulos que disputar - garante José Di Leo, em entrevista ao site oficial do São Paulo. 

Além de seu braço-direito há quase 20 anos, Patón também trouxe ao clube do Morumbi um preparador físico de sua confiança. Trata-se de Bruno Militano, com quem trabalhar desde 2007. Antes disso, estudou nos Estados Unidos. Justamente em 2007, embarcou no projeto sem fins lucrativos da Fundação Lionel Messi, em Rosário. 

- Entrei na faculdade aos 20 anos, e já trabalho no futebol há 15. Me formei na Academia Renato Cesarini, uma das mais tradicionais na Argentina, e depois iniciei a minha trajetória no futebol. Passei pela comissão técnica do Almagro-ARG, depois trabalhei no Barcelona do Equador e tive a oportunidade de ingressar em uma universidade norte-americana - conta Militano. 

O preparador integrou a comissão técnica de Bauza nas conquistas do Campeonato Equatoriano e da Libertadores da América.

- Em 2007, o Bauza teve um problema com o seu preparador físico e necessitava de outro. Então, fui recomendado e iniciei a parceria com ele. Temos trabalhado para aprimorar a forma física dos jogadores e colocar todos no mesmo nível. Desde o início do trabalho, fizemos uma série de testes e avaliações que foram importantes. Aos poucos, colocamos mais intensidade e energia nos treinos. Conseguimos intercalar as atividades físicas com trabalhos técnicos, e assim demos mais ritmo de jogo aos jogadores - avalia.

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