CEO defende Neymar e afirma que Santos ainda deve ao atacante

  • AFP PHOTO / LLUIS GENE

Na noite de quinta-feira, a Justiça Federal rejeitou denúncia do MPF (Ministério Público Federal) contra o atacante Neymar, do Barcelona, acusado de sonegação fiscal e falsidade ideológica. Porém, a tendência é de que o MPF recorra da decisão, tomada pelo juiz Mateus Castelo Branco, da 5ª Vara Federal de Santos (SP).

Inconformado com as suspeitas de que o atacante esteja envolvido com problemas fiscais, o CEO das empresas de Neymar, Altamiro Bezerra, questiona as acusações. Uma delas diz que as assinaturas de contratos do atleta com o Santos não seriam verdadeiras.

"O Neymar Jr. tem carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação, RG (Carteira de Identidade), título de eleitor e passaporte, na ordem de cronologia de sua vida, e assinada cada uma de uma maneira. E são todos documentos válidos. Recebemos e pagamos todos os impostos, inclusive pagamos a mais. Nós somos credores de impostos. Por que? Às vezes, o contador recolhe uma guia a mais", disse Altamiro Bezerra, ao SporTV.

Neymar foi negociado pelo Santos com o Barcelona em 2013, por 17 milhões de euros (R$ 49 milhões à época). No entanto, a justiça espanhola investiga a transação, sob suspeita de que foi concluída por um valor muito superior ao pulgado. Altamiro Bezerra afirma que o Santos ainda deve ao jogador. 

"Vou dizer uma coisa. O Neymar não recebeu nem os 10% que tinha direito, que o Santos devia para ele. Estamos cobrando na Justiça".

 

 

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