Táchira tenta se aproveitar da crise do Olimpia para largar bem na Libertadores

O momento é dos piores para o Olímpia. Arce pediu o boné logo após a goleada por 4 a 1 que o time sofreu para o nanico General Díaz e que deixou o maior campeão nacional em último lugar no Campeonato Paraguaio, com um ponto em cinco jogos. Caballero - ex-jogador do time - comandará o Olimpia apenas enquanto a diretoria não conseguir acertar com um treinador experiente (Guillermo Schelotto e Fernando Jubero são os favoritos). Sob fogo, ele diz que está buscando motivar o grupo.

- Vamos olhar para a frente. A partida é complicada e espero armar a equipe da melhor maneira possível - disse Caballeto, que não esboçou o time titular, mas deve manter a base de Arce: Barreto; Rolón, Salcedo, Leguizamón e Mencia; Pittoni, Riveros, Piris; Bareiro, Cardozo e Núñez.

O Táchira na teoria deveria ser a zebra. Mas o time da casa quer aproveitar o momento ruim do Olimpia, que tem maior tradição, para ganhar os três pontos e sair na frente do Grupo 7. Só que o time, embora esteja no G4 do Campeonato Venezuelano, está longe de mostrar bom futebol. No fim de semana, perdeu por 1 a 0 para o Tujillanos deixando muito a desejar.

O destaque do Táchuira é seu treinador: Carlos Maldonado. Ídolo da torcida, ele é o maior goleador do Táchira em Libertadores e espera, com a sua estrela, levar o time pelo menos até a segunda fase da competição. Mas para isso precisará muitos dos três pontos nesta terça-feira e, assim, escala uma equipe com três homens de frente:  Edgar Pérez Greco, Herrera e Reyes.

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