Nacional e Boca fazem jogo equilibrado e empatam no Uruguai

Nacional e Boca Juniors fizeram um duelo com cenário esperado nesta quinta-feira. Com muita marcação e poucas chances de gols, uruguaios e argentinos ficaram no empate em 1 a 1 nesta quinta-feira, em Montevidéu, pelo primeiro jogo das quartas de final da Libertadores.

Os gols saíram no segundo tempo. Fabra abriu o placar para os visitantes, mas Seba Fernández deixou tudo igual. O resultado deixa os argentinos com leve vantagem, uma vez que jogam pelo empate sem gols na Bombonera na próxima quinta-feira. O Nacional pode avançar com empate, desde que seja de 2 a 2 para cima. Quem vencer avança e novo 1 a 1 leva a decisão para os pênaltis.

Os primeiros 45 minutos foram tipicamente de um confronto entre argentinos e uruguaios. As duas equipes exerciam forte marcação que não permitiram que ninguém tivesse o domínio ofensivo. Por conta disso, as chances de gol também foram poucas. Mesmo assim, Nacional e Boca tiveram boas oportunidades para abrir o placar.

Antes do intervalo, contudo, os donos da casa tiveram uma baixa significativa. Nico López sentiu lesão e precisou ser substituído. Com isso, o Nacional perdeu seu principal jogador. Pelo lado do Boca, Tévez se movimentou e tentou lançamentos, mas teve atuação tímida.

Percebendo a boa oportunidade que tinha com a saída de Nico López, o técnico Guillermo Barros Schelotto apostou na entrada de Chavéz na vaga de Carrizo. E a mudança do técnico do Boca quase surtiu efeito no início, quando o atacante finalizou com perigo.

O lance fez o Nacional acordar e perder, até aquele momento, a melhor chance da partida com Romero, que conseguiu não empurrar a bola para o fundo do gol vazio após jogada ensaiada de bola parada. Isso trouxe novamente um equilíbrio, sobretudo no meio de campo.

Quando o jogo passava por um momento de pouca emoção, o Boca abriu o placar com o lateral Fabra, que contou com a jogada de corpo de Chavéz, para entrar na área e soltar a bomba, sem chances para o goleiro Esteban Conde. Poderia ser a ducha de água fria em Montevidéu. Mas o Nacional foi valente e conseguiu empatar no chute forte de Seba Fernández.

A torcida empurrou o Nacional rumo a virada, e quase conseguiu com Victorino. Pouco depois Chávez deu a resposta e por pouco não colocou o Boca novamente em vantagem. No fim, o empate foi um resultado justo pelo equilíbrio do primeiro confronto. A partida de volta na Bombonera promete.

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