Galo terá de quebrar força defensiva do São Paulo para avançar na Liberta

A tarefa do Atlético-MG diante do São Paulo para avançar à semifinal da Copa Libertadores da América não será simples. O Galo precisa vencer por dois gols de diferença para conquistar a vaga no tempo normal, um tipo de derrota que o Tricolor já sofreu cinco vezes no ano. Por outro lado, os paulistas apresentam forte histórico de mais de um terço dos jogos de 2016 sem tentos sofridos.

Uma das razões para a diretoria são-paulina ter buscado Edgardo Bauza para assumir a equipe no fim do ano passado foi justamente a fama de bom organizador de defesas do argentino. Nos primeiros jogos da temporada, quando o time custava a marcar gols, Patón ressaltava que ainda não havia tido tempo para cuidar o setor ofensivo. A ordem era arrumar a cozinha.

Aos poucos, o Tricolor ganhou solidez na defesa. Depois de começar o ano com Rodrigo Caio e Breno na zaga, Bauza testou Lucão e Lugano até fixar Maicon como parceiro de Rodrigo. Foram 29 jogos em 2016, com 39 gols marcados (média de 1,34 por partida) e 27 sofridos (média de 0,93), sendo que em 11 dos compromissos o placar do adversário ficou zerado.

Sem sofrer gols há dois confrontos - não foi vazado em cinco dos últimos dez jogos do ano -, o São Paulo só não tem números melhores na defesa devido a derrotas marcantes na temporada. Foi assim contra São Bernardo (1x3), Osasco Audax (4x1), Toluca (3x1), Palmeiras (0x2) e Corinthians (2x0), únicas derrotas do ano que serviriam para o Atlético-MG se classificar no tempo normal.

E somente duas vezes o Tricolor perdeu por resultados que podem levar a decisão desta quarta-feira, às 21h45, para os pênaltis: 1 a 0 para The Strongest (BOL), na Libertadores, e São Bento, no Campeonato Paulista. Os outros 22 resultados são-paulinos no ano seriam suficientes para a vaga na semifinal.

Receba notícias pelo Facebook Messenger

Quer receber notícias de esporte de graça pelo Facebook Messenger?
Clique aqui e siga as instruções.

UOL Cursos Online

Todos os cursos