Cuquinha explica mudanças: 'Trocar seis por meia dúzia não é aceitável'

Cuquinha, irmão e auxiliar de Cuca, foi quem comandou o Palmeiras à beira do campo nesta quarta-feira, na vitória por 2 a 0 sobre o Fluminense, no Allianz Parque - o técnico cumpriu suspensão por ter sido expulso contra a Ponte Preta. De acordo com o "interino", o motivo das substituições que mudaram o rumo da partida no intervalo é que não se troca seis por meia dúzia.

- Em relação às substituições, quem está nos treinos sabe que eu, o Alberto (Valentim, auxiliar) e o Cuca sempre estamos conversando. Hoje, eu e o Alberto já sabíamos o que o Cuca pensava. Você trocar seis por meia dúzia em um jogo em que não está criando nada não é aceitável - disse.

A mudança no meio de campo foi mais simples: Cleiton Xavier por Egídio. Já o lateral-esquerdo Egídio, que vinha sentindo o joelho direito, não foi substituído por um atleta de sua posição, mas pelo centroavante Alecsandro. Tchê Tchê, então, foi improvisado na lateral esquerda. Pouco efetivo na etapa inicial, o Palmeiras passou a envolver os cariocas.

- O Cuca sempre alerta que a gente não pode perder substituição. Se o Egídio saísse no primeiro tempo, a gente colocaria Fabrício ou Zé Roberto. Mas conversamos com Tchê Tchê, ele já treinou naquela posição. A gente sabia que colocando ele ali ganharíamos o Moisés no meio de campo, com Alecsandro centralizado, o Dudu e o Guedes pelos lados - acrescentou Cuquinha, que destacou o ótimo retrospecto em casa.

- Com a gente, o Palmeiras fez quatro jogos na arena, não tomou gol ainda, foram duas vitórias de 4 a 0 e duas de 2 a 0. A gente tem de achar esse meio termo para jogar fora de casa, porque em casa a gente está correspondendo. Apesar que o primeiro tempo hoje foi ruim, foi para apagar. Mas no segundo tempo fomos iluminados e conseguimos a vitória.

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