Torcedora aciona Justiça, mas desiste de processar SP por acidente

O São Paulo escapou, por pouco, de ser processado por uma das vítimas do acidente que feriu 16 pessoas no Morumbi em jogo da Copa Libertadores da América. Milene Nunes Adipietro entrou com ação na Justiça contra o clube alegando danos morais e irregularidades no atendimento aos envolvidos na queda de uma grade em um camarote do estádio.

Horas depois da informação ser publicada pela ESPN, porém, o processo foi retirado pelo advogado de Milene, Luciano Terreri. O pedido inicial da torcedora, que foi socorrida pelo volante Wesley no momento do acidente ocorrido em 11 de maio, era de indenização de R$ 20 mil. A pressão de outros torcedores nas redes sociais, no entanto, fez a são-paulina voltar atrás.

- Desde o início tínhamos a intenção de não levar adiante esse assunto na Justiça. Entramos em contato com o São Paulo, e vamos conversar diretamente com o clube - explicou Terreri, em entrevista ao Uol.

Milene, que estava entre os 25 torcedores que caíram com a grade mal conservada de um camarote, não chegou a se ferir. Sua sobrinha, entretanto, sofreu pequenas lesões no pulso e na mandíbula. Dos outros 15 feridos, quatro precisaram passar por cirurgias, sendo que a diretoria do São Paulo prometeu arcar com todos os gastos médicos dos tricolores.

Após análises de peritos, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil, o São Paulo decidiu interditar todas as cadeiras do anel térreo do Morumbi. Os camarotes do local continuam funcionando, mas operam somente em suas áreas internas.

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