Líder e identificado com o clube, Marquinhos é um dos trunfos do Figueirense contra o Flamengo

Um dos trunfos do Figueirense para o duelo de logo mais, às 16h, contra o Flamengo, no Orlando Scarpelli e válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, é o zagueiro Marquinhos. Um dos líderes do elenco, o experiente defensor de 33 anos é um dos jogadores mais identificados com o clube e sabe da importância de uma vitória contra o Rubro-Negro. Vitória que pode ser conquistada exatamente no dia em que o Figueira celebra 95 anos de história. Acompanhe o jogo em tempo real no site do LANCE!.

Marquinhos está em seu terceiro ano de Figueirense. Chegou no início de 2014, após passar por Botafogo-SP, Guaratinguetá e Comercial em seu retorno ao Brasil, já que foram quatro temporadas no futebol turco. Veio para ser opção no elenco, ganhou a titularidade e passou a ser uma das referências do elenco. Ainda mais após as saídas de Alex Muralha, adversário deste domingo, e Thiago Heleno.

- É o meu terceiro ano no clube. Antes de ir para a Turquia (passou por Caykur Rizespor e Basaksehir entre 2007e 2011), defendi Corinthians e Atlético-MG na Série A. Quando voltei da Europa tive que dar um passo atrás para um recomeço, tive que ter essa humildade. Fiz dois bons anos pelo Guaratinguetá e trabalhei fortemente em busca de uma nova oportunidade em um clube de elite. E ela veio - destacou Marquinhos, ao LANCE!, antes de completar:

- Cheguei aqui para compor o elenco, trabalhei muito e virei titular. Fui campeão catarinense logo no primeiro ano, conquistamos o Estadual novamente o ano passado, mesmo com aquela briga (impasse judicial no STJD) toda. E ajudei na permanência do clube na elite.

Após se recuperar de uma lesão que o afastou por mais de dois meses do time, Marquinhos vai para seu terceiro jogo consecutivo. Sua missão é seguir retribuindo o Figueirense, clube que lhe proporcionou nova chance de atuar na elite do Brasileirão.

- Posso dizer que são mais de dois anos muito bons. Tenho um carinho grande pelo clube. A torcida sente um carinho grande por mim também. Minha família é muito bem tratada e brinco que eles já viraram "manezinhos" da Ilha. Vou seguir trabalhando muito para seguir correspondendo no clube, para ficar marcado com títulos no clube. É o clube que está me dando a oportunidade de jogar uma Série A - disse o zagueiro.

Marquinhos era o capitão do Figueirense até se lesionar. O posto passou para o atacante Rafael Moura e, com o retorno do zagueiro ao time, o Furacão catarinense passou a contar com dois capitães.

- Passei a ser capitão quando o Argel (Fucks, hoje treinador do Internacional) estava aqui. Mas o que mudou foi o fato de passar a ter a faixa no braço. Sempre fui de cobrar, orientar os companheiros dentro de campo, conversar com os mais jovens também. O fato de o Rafael ter ficado com a faixa durante a minha lesão e permanecido (com ela) não mudou nada. Continuo igual, falando muito e xingando quando tem que xingar. Sigo igual. O Rafael também é experiente, um líder - destacou Marquinhos.

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