Marcelo admite pressão no Atlético, mas reconhece superioridade do rival

Marcelo Oliveira segue sem vencer à frente do Atlético-MG. Em seis partidas, o treinador obteve quatro empates e dois reveses. O aproveitamento de 22,22% aumenta a pressão sobre o treinador, que deixou o estádio Independência, neste domingo (12), chateado com a exibição diante do Cruzeiro.

Embora reconheça que será cobrado cada vez mais por melhores resultados, o treinador crê que esta é uma cultura do futebol brasileiro:

- A pressão é constante. É uma cultura estabelecida no Brasil. Ganhando jogos, existe pressão para seguir ganhando. Se não ganha, a pressão é maior. O trabalho tem de continuar intenso, leal, ajustando o time em marcação, criando situações. Isso que vamos fazer daqui para frente - afirmou.

Mesmo que faça uma crítica à forma como os técnicos são tratados no Brasil, Marcelo Oliveira admite que a Raposa foi superior ao Galo no compromisso deste fim de semana:

- Não podemos tirar o mérito do Cruzeiro, que jogou mais que o Atlético. Estamos num início de trabalho, ajustes precisam ser feitos. Nesse momento de adversidade, precisamos analisar, cobrar e organizar, para tentarmos a reabilitação - concluiu.

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