Thiago Tavares admite preocupação com rival coreano: 'É um cavalo'

Desde que optou descer para os pesos-penas, Thiago Tavares acumula duas vitórias por finalização e uma derrota e, em sua última luta, colocou o veterano Clay Guida para dar os três tapinhas em apenas 39 segundos, através de uma guilhotina.

O próximo desafio do atleta de Florianópolis é contra Doo Ho Choi, no dia 8 de julho, em Las Vegas (EUA). Apesar de não ser muito conhecido, o sul-coreano tem duas lutas no UFC e dois nocautes no primeiro round, que somados não chegam a dois minutos.

Experiente e lutando no UFC desde 2007, Thiago Tavares sabe que não pode menosprezar ninguém dentro da organização, ainda mais um atleta que tem dez nocautes em 13 lutas e apenas uma derrota no cartel, acontecida em 2010.

- Esse meu adversário é um perigo, porque ele é duríssimo e ninguém conhece. O cara é um cavalo, um pegador nato e já nocauteou uma galera, estou preocupado. Vou entrar com os olhos arregalados, porque ele é um cara que pode nocautear qualquer um no peso dele, inclusive eu. Mas estou voando, muito bem fisicamente e no gás, pronto para fazer uma boa luta - disse Tavares, em exclusiva ao LANCE!

Apesar de saber bem das qualidades do sul-coreano e respeitar a maior envergadura do rival, Thiaguinho está focado no que vai fazer dentro do octógono e não no seu adversário.

- Ele é um cara que entra para definir, assim como eu, então essa luta vai ser uma pancadaria boa, qualquer um pode ser nocauteado. Estou focado no meu jogo, porque quando você presta atenção demais ao jogo do rival, acaba paralisado e não faz nada. Eu vou para o pau, sem enrolar, vou para cima para definir como sempre. Às vezes dá errado porque o cara é melhor do que eu, mas vou entrar do mesmo jeito de sempre: indo para cima - avaliou.

Quanto a sua última luta, quando apertou o pescoço de Clay Guida, após sofrer uma entrada de queda, Tavares explicou que o americano fez o que não se pode fazer nunca dentro do cage do Ultimate.

- O Clay Guida me menosprezou muito, tenho 11 anos de faixa preta e ele veio e me ofereceu o pescoço... Por isso respeito os nocautes que meu adversário tem e vou entrar com tudo, mas sempre esperto na patada que ele tem, pois o cara é um cavalo. Tenho 80% de vitórias por finalização e isso não pode ser menosprezado. O Guida pagou por isso - encerrou.

Na luta principal da noite, Joanna Jedrzejczyk defende o cinturão dos palhas em revanche contra a brasileira Cláudia Gadelha.

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