Sequência ruim expõe deficiências do elenco e aumenta pressão no Flu

As três derrotas, um empate e uma vitória nas últimas cinco rodadas foram suficientes para acabar com a paciência da torcida do Fluminense, que protestou durante a semana nas Laranjeiras e na saída do Raulino de Oliveira, após o jogo contra o Coritiba. Além disso, a sequência de resultados ruins expôs as deficiências do elenco tricolor, aumentando a pressão por reforços nas Laranjeiras.

A prioridade é a contratação de um meio-campista, como já foi avisado algumas vezes pelo presidente Peter Siemsen publicamente. O técnico Levir Culpi também já deu a entender que gostaria de contar com mais nomes para a função.

Desde a saída precoce de Diego Souza em março - que chegou para ser o camisa 10, mas deixou o clube após três meses -, a diretoria do Fluminense procura um substituto. Até o momento, sem sucesso.

O diretor executivo Jorge Macedo já visitou países sul-americanos em busca de reforços, mas esbarrou em pedidas muito altas para o investimento possível do clube. Alejandro Guerra, destaque do Atlético Nacional (COL), foi um dos jogadores que o Fluminense buscou a contratação, mas não houve acerto.

A bola da vez é o argentino Dátolo, do Atlético-MG. O meia, de 32 anos, é um sonho antigo no Fluminense, que até tentou envolver o jogador na transferência do centroavante Fred. Outra vez, a diretoria não foi capaz de chegar ao acordo, mas o nome do jogador ainda está em pauta no Flu.

A dificuldade financeira é entendida por Levir, que, apesar de cobrar reforços, ainda vê o elenco do Flu em condições de brigar em cima.

- Temos que analisar: quer gastar R$ 1 milhão em um jogador? Para mim, ótimo. Mas vai lá administrar o clube. As pessoas querem ganhar e concordo com eles. O time não tem a expressão individual de anos atrás, mas também não está falido - disse.

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