Bauza projeta o São Paulo: 'Não podemos sair para matar ou morrer'

  • Nelson Almeida/AFP

Após a derrota para o Atlético Nacional (COL) por 2 a 0 no jogo de ida, no Morumbi, o São Paulo terá uma dura missão para chegar a final da Libertadores. O Tricolor terá de devolver o placar para levar para os pênaltis ou vencer por dois ou mais gols de diferença com placar acima. No entanto, a necessidade não fará o técnico Edgardo Bauza adotar uma estratégia muito diferente, muito menos radical. Foi isso o que ele disse nesta segunda-feira, na cidade colombiana.

"Não podemos sair para matar ou morrer, temos que jogar como sempre, roubando a bola e tentando incomodá-los", disse Bauza, em entrevista à rádio Cadena Uno.

Bauza fará um treino no Atanásio Girardot, local da partida, nesta segunda-feira e outro na terça, no centro de treinamento de um clube local. O argentino ainda não definiu o time, mas deve manter o esquema 4-2-3-1, com poucas mudanças. Maicon, suspenso, dará lugar a Lugano, enquanto Kelvin e Ganso, lesionados, estão fora. Mas o argentino mantém a esperança na vaga.

"A partida será difícil, mas ninguém nos tira a esperança", disse.

O treinador argentino está em sua quarta semifinal da Libertadores. Já chegou nessa fase com o Rosário Central, em 2001, com a LDU (EQU), em 2008, e com o San Lorenzo (ARG) em 2014. Nas últimas duas vezes, sagrou-se campeão.

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