Com oito atletas de 2012 nos Jogos do Rio, COB faz nova edição do projeto Vivência Olímpica

Imagine você ser um jovem atleta e, antes mesmo de sonhar com uma vaga olímpica, acabar escolhido para conhecer toda a estrutura de uma Olimpíada e os principais competidores do mundo. Repetindo uma experiência feita em Londres-2012, o Comitê Olímpico do Brasil (COI) selecionou 20 jovens brasileiros para o Projeto Vivência Olímpica, no qual eles vão realizar diversas atividades durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro tudo de olho na Olimpíada de Tóquio-2020.

Logicamente, os atletas não foram selecionados por acaso. Todos os escolhidos são vistos pelo COI e suas confederações com potencial de bons resultados até os Jogos do Japão. São eles: Beatriz Ferreira (23 anos), do boxe; Andrea de Oliveira (24), da canoagem velocidade; Anderson de Souza Filho (20), do ciclismo BMX; Gabriela Cecchini (19), da esgrima; Angelo Assumpção (20) e Thaís dos Santos (15), da ginástica artística; Nathália Brígida (23) e Rafael de Macedo (21), do judô; Emily Figueiredo (18), do levantamento de peso; Joílson Ramos Júnior (18), da luta greco-romana; Felipe de Souza (18) e Maria Paula Heitmann (17), da natação; Edival Pontes (18), do taekwondo; Marcelo Costa Filho (16), do tiro com arco; Manoel dos Santos Júnior (19), do triatlo, Gabriel Pereira (22), da vela; Duda Lisboa (17) e Ana Patrícia Ramos (18), do vôlei de praia. Outros dois competidores sairão do atletismo, mas só após o fim do Mundial Sub-20.

A intenção é ter um resultado parecido com o da Rio-2016, quando oito brasileiros que participaram do projeto quatro anos antes estão nessa edição olímpica, alguns deles com chances de medalha, entre eles Felipe Wu, do tiro esportivo, Isaquias Queiroz, da canoagem, Martine Grael, da vela - também estão na disputa: Thiago Braz, do salto com vara, Rebeca Andrade, da ginástica artística, Lais Nunes, das lutas associadas, Hugo Calderano, do tênis de mesa, e Bernardo Oliveira, do tiro com arco.

- Queremos mostrar para eles a importância de participar de uma Olimpíada. Isso vislumbra as pessoas. Então, é importante para entender que quando atleta chega ao grau de disputar a Olimpíada, ele chega ao auge de sua performance. Mas tem algo superior, que é ser medalhista. Isso muda a história - afirmou Bernard Rajzman, chefe da Missão brasileira na Rio-2016.

Os jovens atletas serão divididos em dois grupos para realizarem todas as atividades. Eles poderão, entre outras coisas, acompanhar os treinamentos nas bases do Time Brasil e visitar as instalações esportivas, como a Vila Olímpica e os locais de competição.

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