Derrota do Inter garante protestos e pedido de demissão de dirigente

O nono jogo sem vitória do Internacional no Campeonato Brasileiro teve consequências. Um grupo de torcedores foi ao portão de acesso dos jogadores, derrubaram gradis de proteção e até quebraram vidraças. Já Carlos Pellegrini, que ocupava o cargo de vice de futebol há um ano, pediu dispensa após a derrota colorada para o Corinthians. Vitorio Piffero, presidente colorado, passa a acumular o cargo.

- O Carlos Pellegrini pediu dispensa. Hoje (domingo), o Nico López foi a notícia positiva. Então, começamos por aí. Neste momento, eu assumo, eu serei o vice de futebol. Acredito que quinta-feira (diante do Cruzeiro), a gente possa reverter. Neste momento, só aceitei a demissão. Agradeci e aceitei - disse o mandatário colorado, em entrevista coletiva.

Então diretor de futebol, Pellegrini havia assumido como vice de futebol do Inter em 30 de julho do ano passado. O cargo era acumulado por Piffero desde a morte de Luiz Fernando Costa, ocorrida em janeiro do mesmo ano. E voltará a ser acumulado a partir da noite deste domingo.

A revolta dos torcedores terminou após a Brigada Militar intervir com o uso de bombas de feito moral e gás de pimenta. As cobranças eram, naturalmente, contra diretoria colorada, materializada por Piffero, e o grupo de atletas. Por conta da situação, o elenco colorado deixou o Beira-Rio protegidos por cerca de 50 seguranças. Cerca de 100 torcedores ainda protestavam cerca de 2h30 após o término da partida.

O Inter tentará reagir no Brasileirão na próxima quinta, quando visitará o Cruzeiro, 19º colocado, na Arena Independência, às 21h. O Colorado ocupa a 13ª posição na tabela, com 21 pontos. São quatro a mais que o Santa Cruz, time que abre a zona de rebaixamento.

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