Eles voltaram! Alemanha retorna a BH com um remanescente do 7 a 1

Pouco mais de dois anos, a Alemanha está de volta a Belo Horizonte para jogar novamente no Mineirão, palco do histórico 7 a 1. Desta vez, porém, o fantasma dos brasileiros não mostra a mesma força e o cenário em um pouco diferente daquele de 2014. Depois de empatar nas duas primeiras rodadas, a seleção olímpica alemã precisa de uma vitória com pelo menos quatro gols de diferença para se classificar sem depender de outros resultados. O adversário da vez é Fiji, o saco de pancadas do grupo que até agora não somou pontos e já levou 13 gols.

Esta será a primeira participação da Alemanha depois da reunificação, em 1990. A última vez que o país disputou as olimpíadas no futebol masculino aconteceu no ano de 1988, em Seul. O plantel, porém, não veio com força total. Apenas o zagueiro Matthias Ginter é remanescente daquela equipe que goleou o Brasil na capital mineira. Além disso, os jogadores que atuaram recentemente na Eurocopa também não vieram.

- O jogo contra o Brasil foi um resultado histórico, mas não muda nada neste momento. Nossas atenções estão no jogo contra Fiji e o que aconteceu há dois anos não é tão importante - falou o treinador alemão Horst Hrubesch.

Se a experiência no Brasil é nova para a maioria dos atletas, em Fiji não é diferente. Está será a primeira participação da ilha no futebol masculino. O destaque da equipe é o camisa 9 Roy Krishna, até agora autor do único gol da seleção nas olimpíadas.

No último confronto entre as equipes, a Alemanha goleou por 8 a 1, em jogo válido pela Copa do Mundo sub-20 do ano passado. Se repetir um resultado como esse, a seleção europeia termina a primeira fase na segunda colocação e garante sua vaga nas quartas de final. Zerada até o momento, Fiji já está desclassificada e joga apenas para cumprir tabela.

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