Pressionadas, meninas do basquete acreditam na vaga para as quartas

A Seleção Brasileira feminina de basquete não teve muito tempo para lamentar a derrota para o Japão, a segunda seguida no Grupo A dos Jogos Olímpicos. Com isso, o duelo diante da Bielorrússia, já nesta terça-feira, às 15h30, na Arena da Juventude, em Deodoro, ganhou ar de dramaticidade.

Damiris, um dos poucos destaques individuais diante das japonesas, deu o tom de como as brasileiras precisam encarar o duelo diante da adversária europeia.

- A gente tem que corrigir. Eu estou falando isso faz tempo. Agora é voltar e buscar a vitória ou a vitória. Teremos três jogos decisivos e vamos vir fortes para ganhar todos eles - afirmou.

Já Clarissa foi outra atleta a reconhecer erros e o momento decisivo que o Brasil terá pela frente. Na avaliação da ala/pivô, o grande problema da Seleção nos dois primeiros jogos foram o grande período de instabilidade.

- Tivemos problemas defensivos na partida e sabemos onde precisa corrigir para o jogo contra a Bielorrússia. O Japão passou e não podemos chorar. O nosso técnico vai corrigir os erros. Acho que precisamos diminuir essa instabilidade e fazer um jogo mais forte. Não somos robô, mas esses intervalos de queda de rendimento precisam ser menores - analisou.

O Brasil está na lanterna do Grupo A com dois pontos, mesma pontuação da Bielorrússia, rival direto na classificação.

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