Após superar o frio da China, Patty Mills brilha pela sensação olímpica

Quando Patty Mills partiu para o basquete da China em 2011, sua carreira parecia destinada ao ostracismo. Mas nesta sexta-feira, às 14h15, na Arena Carioca 1, o armador enfrenta a seleção do país asiático como campeão da NBA e cestinha da Olimpíada de Londres para manter a sua Austrália no posto de sensação dos Jogos do Rio.

Mills foi selecionado pelo Portland TrailBlazers na 55ª escolha do Draft de 2009 da NBA. Dois anois depois, o locaute da liga profissional americana travou sua renovação contratual, e o armador foi jogar no Melbourne Tigers de seu país. Depois de nove partidas, acertou sua transferência para o Xinjiang Flying Tigers, da China.

- Eu não fiquei lá por muito tempo, foram só algumas partidas durante o locaute. Me lembro de que era muito frio, tinha muita neve - disse Mills, perguntado pelo LANCE! sobre as lembranças do país.

Mills disputou 12 jogos pelo time asiático, apresentando médias de 26,5 pontos, 3,8 rebotes e 3,7 assistências em 35 minutos por exibição. O desempenho chamou a atenção do San Antonio Spurs, que resolveu levá-lo de volta para a NBA na reta final da temporada 2011/2012.

Foi a partir daí que a carreira de Mills começou a decolar. Cestinha da Olimpíada de Londres com média de 21,2 pontos por jogo, o armador renovou com o Spurs, franquia em que joga até hoje, e se tornou campeão da NBA em 2014.

Agora, Mills tenta fazer história pela seleção australiana, que nunca foi ao pódio na Olimpíada, começou sua campanha vencendo as favoritas França e Sérvia e ficando perto de uma zebra histórica contra os Estados Unidos.

Com média de 25,7 pontos por jogo, Mills já é destaque no Rio. A China, velha conhecida do armador, é a sua próxima vitima.

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